Como se tornar o pior aluno da escola

Ficha técnica

  • Nome: Como se tornar o pior aluno da escola
  • Nome Original: Como se tornar o pior aluno da escola
  • Cor filmagem: Colorida
  • Origem: Brasil
  • Ano de produção: 2017
  • Gênero: Comédia
  • Duração: 106 min
  • Classificação: 14 anos
  • Direção: Fabricio Bittar
  • Elenco: Danilo Gentili, Carlos Villagrán

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Locais de filmagem


Sinopse

Bernardo é um bom aluno, mas uma série de coincidências, após a morte de seu pai, fazem com que ele se fique revoltado. Ele contará com a ajuda de um antigo Pior Aluno da Escola para se rebelar.


Nota Cineweb

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Crítica Cineweb

27/09/2017

Baseado no livro homônimo do comediante Danilo Gentili, Como se tornar o pior aluno da escola é uma comédia para quem consegue achar graça em cenas com urina, fezes, vomito, destruição de livros e pedofilia. Tudo isso no cardápio indigesto do filme dirigido pelo estreante Fabrício Bittar.
 
Bernardo (Bruno Munhoz) é um bom aluno do ensino médio, até que seu pai morre de tanto trabalhar, e ele começa a questionar se está fazendo a coisa certa,. Entra em crise, tira notas ruins e precisa de um milagre para passar de ano. Por acaso, descobre escondido no banheiro da escola uma espécie de manual para se tornar O Pior Aluno. A “obra” é de autoria de um antigo estudante que agora vive muito bem, depois de ganhar na Tele Sena.
 
Com ajuda de seu melhor amigo, Pedro (Daniel Pimentel), Bernardo encontra o tal do Pior Aluno, que o ajudará a se vingar do diretor, Ademar (Carlos Villagrán, o eterno Quico, do programa Chaves), que impõe regras rígidas na escola, para evitar bullying e obesidade.
 
A rivalidade de Ademar e o Pior Aluno (cujo nome nunca é revelado) vem de muito tempo, desde quando este era estudante, e o outro, professor. E, em nome dessa vingança, o antigo aluno induz Bernardo e Pedro a aterrorizarem a escola.
 
As cenas de humor não fogem do previsível – embora o excesso de fezes, urina e vômito vão além do imaginado – e, as piadas, como era de se esperar, não são muito elaboradas ou sofisticadas, repetindo à exaustão algumas que envolvem homossexualidade, obesidade e mulheres. Por fim, as cenas envolvendo pedofilia – uma numa festa da Playboy, e outra protagonizada por um pedagogo interpretado por Fábio Porchat – passam longe de ser engraçadas.

Alysson Oliveira


Trailer


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