A Casa que Jack Construiu

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Locais de filmagem


Sinopse

Jack é um engenheiro culto e sofisticado, mas esconde um temível segredo - é um serial killer contumaz e cruel. A cada crime, ele se esmera em superar suas técnicas, criando espetáculos de sangue e crueldade.


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Crítica Cineweb

29/08/2018

Depois de ser banido do Festival de Cannes sete anos atrás, por infelizes declarações aparentemente nazistas, o bad boy Lars von Trier voltou este ano à Croisette, fora de competição, com seu mais recente trabalho, A Casa que Jack Construiu. Uma história ambiciosa, perversa, com todos os excessos a que ele se dá direito, em torno de um serial killer, Jack (Matt Dillon).
 
São duas horas e meia de sangue e crueldade, não raro explícita, brotando na tela. Mas não se trata de um serial killer qualquer. Este aqui é engenheiro, culto, gosta de arte e até teoriza sobre as suas “obras” – ou seja, seus crimes – como uma espécie de arte macabra. Também há cenas documentais, mostrando Hitler, Mussollini, Stálin e outros conhecidos ditadores associados a massacres. Não apenas isso: Trier encerra seu filme encenando a sua versão do inferno, onde o guia satânico, Verge, é interpretado por ninguém menos do que Bruno Ganz, o anjo inefável de Asas do Desejo, de Wim Wenders, 31 anos atrás. Talvez a melhor coisa do filme.
 
Enfim, nada mais se diga, a não ser que von Trier estrutura sua história em torno de cinco “incidentes”, ou seja, assassinatos crueis. Uma Thurman, Siobhan Fallon Hogan, Sofie Grábal e Riley Keough também estão no elenco – imagine-se em que papel.

Neusa Barbosa


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