A morte te dá parabéns 2

Ficha técnica


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Sinopse

Tree se encontra novamente presa num loop no dia do seu aniversário: que começa com ela acordando no quarto de um estranho e termina com ela morrendo. Para acabar com as repetições, a moça precisa descobrir quem a está matando.


Nota Cineweb

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Crítica Cineweb

08/02/2019

Apesar de problemático, o conceito de A morte te dá parabéns, o inesperado sucesso de terror de 2017, era bem sacado. No filme, uma universitária revivia diversas vezes o dia do seu aniversário, no qual, coincidentemente, era assassinada, até que conseguia resolver a questão, livrando-se de seu algoz e seguindo com sua vida. Isso até A morte te dá parabéns 2, no qual Tree (Jessica Rothe, ainda o que há de melhor no filme) cai novamente num loop de vida e morte.
 
O segundo filme começa com outro personagem, Ryan (Phi Vu), preso no tempo, fazendo parecer que será sobre ele. Mas logo Tree se vê novamente encarcerada no dia de seu aniversário e morte. Uma série de investigações levam a ela e outros personagens – entre eles, Carter (Israel Broussard), o desconhecido em cuja cama acorda nesse dia – a crer que ela está presa numa outra dimensão, enquanto outras Trees estão espalhadas por outras dimensões.
 
Agora, ela não precisa só descobrir quem é o seu (ou sua) assassino(a), mas também como voltar à sua dimensão original. Nessa onde está agora, há algumas diferenças: como por exemplo, sua mãe não morreu vítima de câncer anos atrás. No princípio a premissa funciona, até que o filme se vê preso a ela. O roteirista e diretor Christopher Landon, também responsável pela direção do original, depois de certo tempo não sabe muito bem o que fazer com os personagens e a trama. As explicações, cada vez mais rocambolescas, são tão desnecessárias quanto frustrantes.
 
Enquanto está interessado nas vidas e mortes de Tree, A morte te dá parabéns 2 é divertido – esse está mais para uma comédia do que terror. Mas quando tenta entrar num terreno emocional mais profundo, o resultado é pífio. Quando o longa se leva a sério demais, cai num sentimentalismo barato, que não combina com seu humor/terror. A aspiração a algo grandioso também não condiz com o clima do original. E o que vem pela frente, de acordo com a cena no meio dos créditos, eleva o conceito a um lugar onde jamais deveria ir. 

Alysson Oliveira


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