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Vinte novos títulos da APAN estão disponíveis na plataforma Spcine Play

Publicado em 27/07/20 às 11h04

Um novo acervo da estante da Associação dxs Profissionais do Audiovisual Negro (APAN) está disponível na plataforma de streaming Spcine Play. São vinte novos títulos, entre séries, longas e curtas-metragens, que integram a Coletânea do Audiovisual Negro organizada pelo grupo de trabalho de Distribuição da APAN. A ação faz parte das atividades do Fundo de Amparo aos Profissionais do Audiovisual Negro (FAPAN).
 
Chegando à plataforma em dois momentos, dias 16 e 23 de julho; estes filmes somam-se ao catálogo da APAN que já conta com com dezesseis obras (no ar até 18 de maio de 2021) e ficam disponíveis gratuitamente na Spcine Play até 16 de janeiro.
 
Onze titulos do novo catálogo são dirigidos por cineastas mulheres negras: “Francisca”, de Luandeh Chagas e Mariane Duarte; “Caixa d´Água”, de Thais Scabio e Gilberto Caetano; “A Boneca e o Silêncio”, de Carol Rodrigues; “Tambores Afro Uruguaios”, de Naouel Laamiri e Rafael Ferreira; “Ferradura”, de Bea Gerolin; “Seo Geraldo - Homem de Música e Planta”, de Keila Serruya; “Por Gerações”, de Leila Xavier; “Dois Pesos”, de Rejane Neves; “Encruza”, de Bruna Andrade, Gleyser Ferreira, Maíra Oliveira e Uilton Oliveira; “Enquanto Canto”, de Sil Azevedo; e  “Corpo Árvore”, de Ana Caroline Brito.
 
Abaixo, mais informações sobre os filmes:


Histórias de Yayá
Animação, 08 min, Rio de Janeiro/RJ, 2018, Livre. Direção: Reinaldo Sant’ana.
Sinopse: O Vídeo conta a História do surgimento de Yayá (personagem ficcional) nossa heroína atemporal. Contamos sua captura e porão do navio negreiro, que nele depois de um momento de banzo onde estava desejando a morte foi salva por Iemanjá e recebeu a missão de testemunhar e contar toda a história do povo negro na África e Américas.


Francisca 
Experimental, 10 min, Rio de Janeiro, 2018, 14 anos. Direção: Luandeh Chagas e Mariane Duarte.
Sinopse: Francisca, conhecida historicamente como Xica da Silva, cansada de ouvir tantos equívocos espalhados sobre sua vida retorna em pleno século XXI para contar sua própria história. A personagem ganha vida através dos corpos de diversas mulheres negras que se identificam com sua trajetória e luta. E
que, por respeito a memória e ancestralidade da diáspora africana, questionam os estigmas impostos por estudiosos sobre Francisca.


Caixa d ́água
Ficção, 15 min, São Paulo/SP, 2013, 10 anos. Direção: Gilberto Caetano e Thais Scabio.
Sinopse: Na brincadeira das crianças, a caixa d’água vira piscina e até oceano. Mas quando Waltinho mergulha, a situação foge de controle e fica totalmente surreal.


A boneca e o silêncio
Drama, 15 min, São Paulo/SP, 14 anos. 2015. Direção: Carol Rodrigues.
Sinopse: A solidão de Marcela, uma menina de 14 anos, que decide interromper uma gravidez indesejada.


Que os Olhos Ruins Não te Enxerguem
Documentário, 74 min, São Paulo/SP, 2019, 10 anos. Direção: Roberto Maty.
Sinopse: O documentário se propõe a discutir a diversidade de gênero, classe e raça dentro da comunidade LGBTQIA+ na cidade de São Paulo. São personagens percorrendo a metrópole ao mesmo tempo que narram suas vidas, seus sonhos e afetos.


Guri
Drama, 12 Min, Vila Velha/ES, 2019 Livre. Direção: Adriano Monteiro.
Sinopse: Victor é um menino de 12 anos que sonha em vencer um campeonato de Bolinha de Gude do seu bairro, porém um obstáculo inesperado surge no seu caminho.


Meu skate não é enfeite
Ficção, 26 min, Goiás/GO, 2017, Livre. Direção: Raphael Gustavo da Silva.
Sinopse: Um coletivo de skatistas de Goiânia luta pela manutenção de uma das mais tradicionais pistas de skate da cidade vendida a uma construtora. Enquanto isso, ajudam jovens a melhorarem suas vidas por meio da prática do skate.


Tambores Afro Uruguaios
Documentário, 15 min, Rio de Janeiro/RJ, 2017, Livre. Direção: Naouel Laamiri e Rafael Ferreira.
Sinopse: Os tambores trazidos pelos Africanos escravizados durante a colonização Espanhola sobreviveram e ganharam novas forças no Uruguai. O CANDOMBE, símbolo de liberdade dos africanos e hoje tem presença especial no Carnaval do Uruguai.


Xirê
Ficção, 05 min, Rio de Janeiro/RJ, 2019, Livre. Direção: Hugo Lima.
Sinopse: 2019 Todo dia tem um pouco de gira. Toda gíria tem presença no dia a dia. Xirê, fala como o louvor a cosmogonia Yorubá reside na rotina cotidiana e nos gestos simples do dia a dia.


Ferradura
Documentário, 09 min, Paraná/PR, 2017, Livre. Direção: Bea Gerolin.
Sinopse: "Sabe quando você fala de uma pessoa que parece que você tá vendo essa pessoa na sua frente? Que você quer essa pessoa perto de você, mas não tem essa pessoa? É assim que ele fala"
 
A Pedra
Documentário, 81 min, Rio de Janeiro/RJ, 2019, Livre. Direção: Davidson Davis Candanda.
Sinopse: Roberto Borges é professor do mestrado em Relações Étnico-Raciais do Cefet-RJ - curso que ele ajudou a criar. A professora Heloise da Costa realiza, numa escola municipal da Vila Cruzeiro, favela do Complexo da Penha (RJ), um projeto que trabalha a construção de identidade de crianças negras. Aos 42 anos, Adelson Martins tenta terminar o ensino médio e gerir o seu próprio negócio, uma serralheria, com ajuda da esposa. O filme é um olhar sobre esses três personagens, aborda algumas de suas conquistas na luta antirracista, além de levantar questões sobre racismo na educação.


Eu Não Nasci Pra Ser Discreta
Documentário, 15 min, Rio de Janeiro/RJ, 2018, 16 anos. Direção: Alek Lean.
Sinopse: Jovens representando descendentes de negros, orientais, índios e judeus, falam como é difícil ser afeminado num mundo machista até mesmo no meio LGBTQI onde há certa exigência em ser discreto para poder se relacionar afetivamente e ter uma boa convivência na sociedade em geral.


Seo Geraldo - Homem de Música e Planta
Documentário, 06 min, Amazonas/AM, 2020, Livre. Direção: Keila Serruya.
Sinopse: Em uma das últimas casinhas de barro no centro da paradisíaca ilha de Boipeba, vive seu Geraldo, um dos moradores mais antigos dessa comunidade e memória viva de uma Bahia profunda, que resiste e sustenta seus mistérios.


Um breve relato
Documentário, 15 min, São Paulo/SP, 2018, 12 anos. Direção: Avelino Regicida. Sinopse: Pessoas com diferentes atuações sociais e de diversas localidades do Brasil foram o foco nos relatos do curta que propõe a reflexão sobre o que é guerra de classes. Gravado de setembro de 2012 a abril de 2018.


Por Gerações
Direção: Leila Xavier
O documentário tem por finalidade mostrar o legado religioso e cultural deixado por Iyá Nitinha. No aspecto cultural, Iyá Nitinha, foi a idealizadora da Orquestra de Atabaques Alabe FunFun, patrimônio cultural que mostrar a força do atabaque em nossa cultura. Essa mulher, fincou em Miguel Couto, Baixada Fluminense um pedaço de raiz do Terreiro da Casa Branca do Engenho Velho, tradição viva há mais de 150 anos.


Dois Pesos
Drama, 18 min, Rio de Janeiro/RJ, 2017, 12 anos. Direção: Rejane Neves.
Sinopse: "Até na hora e limpar a bunda há diferença de classes”. "Dois pesos" é um curta que conta a história de uma mulher negra que é discriminada dentro do banheiro do shopping e é acusada por roubar papel higiênico. Este drama expõe claramente a relação de poder, racismo e luta de classe.


Encruza
Ficção, 11 min, Rio de Janeiro/RJ, 2019, 16 anos. Direção: Bruna Andrade, Gleyser Ferreira, Maíra Oliveira e Uilton Oliveira.
Sinopse: A partir do conceito de encruzilhada, o curta metragem "Encruza" aborda questões que transpassam os corpos negros. De forma interligada, as narrativas se constroem no encontro das personagens. A elucidação dos conflitos pungentes são as pontas dessa encruzilhada que culminam nesta
grande celebração que é o carnaval de rua na Lapa carioca.


Sombras do Tempo
Ficção, 15 min, Espírito Santo/ES, 2012, Livre. Direção: Edson Ferreira.
Sinopse: Sombras do Tempo é um mergulho ao mais íntimo de um homem: suas memórias, marcadas por mistérios e ausências. O tempo é o fio condutor, onde passado e presente se misturam e revelam uma mente em busca de significados.


Enquanto Canto
Drama, 16 min, Rio de Janeiro/RJ, 2017, Livre. Direção: Sil Azevedo.
Sinopse: Um menino se vê aprisionado em um espaço vazio e tenta em vão se comunicar com o mundo a sua volta, mas sua única forma de comunicação é sua flauta que parece não ser ouvida por ninguém. A vida passa por ele em meio a tristeza e solidão onde o espaço vazio espelha os sentimentos de um ser confuso e revoltado por não entender a razão pela qual perdeu sua liberdade de viver.


Corpo árvore
Experimental, 05 min, Distrito Federal/DF, 2018, Livre. Direção: Ana Caroline Brito.
Sinopse: Uma árvore germina. Cresce para cima em busca de luz e para baixo desenvolvendo suas raízes.



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