O Albergue

Ficha técnica

  • Nome: O Albergue
  • Nome Original: Hostel
  • Cor filmagem: Colorida
  • Origem: EUA
  • Ano de produção: 2005
  • Gênero: Terror
  • Duração: 95 min
  • Classificação: Livre
  • Direção:
  • Elenco:

País


Sinopse

Dois americanos viajando pela Europa conhecem um islandês, e juntos decidem ir a uma pequena cidade desconhecida da Eslovênia, onde as moças parecem ter uma queda por estrangeiros. Depois de muito sexo e drogas, eles começam a ser assassinados friamente.


Extras

- Making Of - Multi-ângulo

- Comentários do Diretor

- Trailers


Nota Cineweb

PéssimoRuimRegularBomÓtimo


Crítica Cineweb

10/04/2006

No suspense sanguinolento O Albergue o sadismo (com os personagens e a platéia) é elevado à enésima potência, fazendo Jogos Mortais parecer uma coisa lúdica. O sangue e as vísceras jorram dos personagens à medida em que o filme avança com sua história sombria e assustadora.

Paxton (Jay Hernandez) e Josh (Derek Richardson) conhecem o islandês Oli (Eythor Gudjonsson) durante uma viagem de mochilão pela Europa. Um outro rapaz lhes informa que na Eslováquia existe uma pequena cidade, pouco conhecida, cheia de belas garotas que fazem de tudo com estrangeiros. Seduzidos por essa idéia, o trio parte rumo a essa tal Passárgada, onde teriam todas as belas moças à sua disposição e gastariam pouco.

Durante a viagem conhecem um sujeito sinistro no trem, que parece estar querendo seduzir Oli. Mero engano, mais tarde, o trio irá descobrir que ele pode ser mais perigoso do que aparenta. Mas antes disso, irão aproveitar a pequena cidade, depois de se hospedarem num albergue, onde homens e mulheres dividem o mesmo quarto.

Depois de algum tempo de orgias, muitas drogas e diversão, Oli desaparece misteriosamente. Ele deixa um recado dizendo que teve de ir embora, mas os amigos não acreditam nisso, e decidem investigar. Isso os vai levar para os porões de um estranho lugar, onde a tortura é o maior prazer que uma pessoa pode sentir.

O Albergue definitivamente não é para estômagos fracos. A violência gráfica e emocional cresce constantemente, culminando em cenas explicitamente viscerais, com líquidos corpóreos jorrando dos lugares mais inusitados. O diretor Eli Roth parece não ter a menor compaixão de seus personagens e seu público. Essa é, na verdade, a sua ambição, revirar o estômago de quem vê seu filme. Esse objetivo ele cumpre plenamente, mas o filme também não vai muito além disso.

Alysson Oliveira


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