Winter, o Golfinho 2

Ficha técnica


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Sinopse

Anos depois de ser salva pelo jovem Sawyer, que passa a se dedicar aos seus cuidados, a sorte do golfinho fêmea Winter sofre um revés. Seus tratadores precisam encontrar outra companheira fêmea, exigência legal, para mantê-la no aquário público onde passou a viver.


Nota Cineweb

PéssimoRuimRegularBomÓtimo


Crítica Cineweb

08/09/2014

Com base em um episódio verídico, retratado no primeiro filme, a história do golfinho fêmea Winter é uma dessas narrativas pautadas em perseverança e superação voltadas ao público infantil. Proposta muito similar, portanto, a de outras produções como Free Willy (1993) ou O Grande Milagre (2012), esta para uma plateia mais adolescente.
 
A sequência que chega, agora, às telas após três anos de hiato mantém o tom e a mensagem original. Algo que poderia parecer mais do mesmo, caso os dramas não fossem bem resolvidos, como é o caso, aqui. Se antes havia um esforço para que Winter sobrevivesse, agora o desafio é mantê-la no aquário público, onde trabalham todos os humanos por quem ela se apegou. Por lei, golfinhos só podem ser mantidos em cativeiro em pares (do mesmo sexo), e quando a companheira de Winter morre, eles precisam encontrar outra para ocupar seu lugar.
 
O questão é que Dr. Haskett (Harry Connick Jr.), chefe do aquário, por uma questão ética que domina o filme, mantém apenas golfinhos com deficiência no local (caso de Winter, que tem uma prótese no lugar da cauda). Aqueles que têm capacidade de caçar devem voltar ao mar. Daí a dificuldade de encontrar outra fêmea.
Enquanto tenta encontrar uma solução, Sawyer (Natham Gable), o herói de Winter, agora adolescente, precisa decidir se irá ou não em uma viagem de estudos por um semestre. Com responsabilidades no aquário público, ele é o único a quem o golfinho realmente é próximo. Abandoná-lo não é uma opção.
 
Com pequenas participações do ator Morgan Freeman, como o protético de Winter, e Ashley Judd, na pela da mãe de Swayer, esta sequencia emociona pelo que o golfinho e seu amigo representam: superação às adversidades e solidariedade ao próximo. Sem cair no melodrama ou manipular a plateia de forma insensível, o diretor Charles Martin Smith e sua roteirista Karen Janszen entregam uma história tocante, que está, em nada, abaixo da anterior. Exceto por uma curiosa cena final com bexigas que, segundo críticos de seu uso, acabam no oceano sufocando justamente golfinhos.

Rodrigo Zavala


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