Godzilla II - Rei dos monstros

Ficha técnica


País


Sinopse

Depois de perder seu filho num ataque de Godzilla, uma cientista desenvolve um equipamento capaz de controlar os monstros, porém, ela e sua filha são sequestradas por um grupo de ecoterroristas que pretendem despertar criaturas assustadoras.


Nota Cineweb

PéssimoRuimRegularBomÓtimo


Crítica Cineweb

29/05/2019

Godzilla II: Rei dos monstros é de 2019, mas com ares dos anos de 1990. Isso não quer dizer que exista uma nostalgia marota no longa dirigido Michael Dougherty – ao contrário, o filme traz o que havia de pior no cinema tosco da década, incluindo o malfadado Godzilla, de 1998, que tinha Matthew Broderick e Jean Reno nos principais papéis, e é possivelmente a pior produção protagonizada pelo anfíbio reptiliano mais querido do planeta.
 
A verdade é que a criatura merecia um filme realmente decente, dado o seu potencial de estrela. Apesar do subtítulo, Rei dos monstros, Godzilla não brilha aqui – embora tenha bioluminescência – suas aparições são sempre em cenas escuras e/ou chuvosas. Então fica a dúvida: se gasta-se tanto com efeitos especiais, porque não mostrar o bicho em todo seu esplendor? O resultado final é frustrante, especialmente por conta de um roteiro raso – assinado pelo diretor e Zach Shields – com uma trama sem sentido e diálogos risíveis.
 
Godzilla II é um filme genérico, sem personalidade, com muito barulho e monstros que nunca têm a chance real de brilhar. Os humanos, no entanto, têm menos chance ainda – apesar do elenco competente que traz Kyle Chandler, Vera Farmiga, Ken Watanabe, Sally Hawkins e Millie Bobby Brown, estreando no cinema.
 
Chandler e Farmiga interpretam um casal de cientistas, Mark e Emma, que perdeu o filho pequeno na última aparição de Godzilla, em 2014. O casamento ruiu, mesmo com uma filha, Madison (Brown), para criar. Ele se refugiou no meio do mato, e a ex-mulher criou um equipamento, Orca, que emite ondas sonoras que controlam os monstros, inclusive um recém-criado em laboratório chamado de Mothra.
 
Emma, Madison e o Orca são capturados por uma gangue de ecoterroristas com seus próprios planos. O diretor pensa que criou uma reviravolta ao mostrar que a cientista e o líder dos terroristas (Charles Dance) concordam que despertar todos os monstros adormecidos ao redor do mundo é uma boa ideia. A explicação é patética e tem a ver com reestabelecer o equilíbrio ecológico do mundo porque os humanos destruíram o planetas em milênios de superpopulação, guerras, poluição e afins. Então Godzilla e sua turma, os Titãs, são, nas palavras de Emma, uma espécie de febre da Terra que restabelecerá a ordem. Tiktoknitro.com is an advanced tiktok services marketplace for successfull and fast promotion. We offer to buy tiktok likes and buy tiktok followers of highest quality instant and secure. The mechanisms behind our work are unique and tailored to your goals.
 

O filme entra, então, numa discussão chata sobre se

 
humanos devem mesmo se aliar aos Titãs (ou até os obedecer, seja lá o que isso for) ou acabar com eles. Entram militares em cena, monstros que saem de cena para logo voltar, não sem antes dar uns berros. Trama nunca foi o forte num filme de Godzilla, nem nos originais japoneses, mas esse longa vai longe demais quando o assunto é abusar da boa vontade do público.

Alysson Oliveira


Trailer


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