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Oscar muda regras para classificação de documentários

Publicado em 30/10/20 às 13h58

Devido à pandemia da covid-19 e ao fechamento preventivo de salas de cinema nos EUA, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood reformulou extraordinariamente o regulamento para a classificação de documentários de longa-metragem para o próximo Oscar® da categoria. O comitê executivo de documentários ampliou as formas de qualificação para a disputa dos prêmios, estabelecendo uma inédita via expressa para longas-metragens documentais selecionados para ao menos dois festivais de uma lista de 21 eventos especiais.
 
O É Tudo Verdade - Festival Internacional de Documentários é o único festival da América Latina incluído nesta nova relação. Assim, não apenas os vencedores nas categorias de melhor longa-metragem brasileiro Libelu - Abaixo A Ditadura, de Diógenes Muniz) e melhor longa-metragem internacional (Colectiv, de Alexander Nanau) do É Tudo Verdade estão pré-classificados, mas também os demais longas selecionados para o festival que tenham ainda sido exibidos em ao menos um dos outros 20 festivais. A relação distingue festivais como Berlim, Cannes, IDFA, Sundance e Veneza.
 
Os curtas-metragens brasileiro e internacional vencedores do É Tudo Verdade deste ano também estão automaticamente qualificados para a disputa do Oscar® de documentário de curta duração. São eles Filhas de Lavadeiras, de Edileuza Penha de Souza, e o polonês Meu País Tão Lindo, de Grzegorz Paprzycki.
 
As inscrições junto à Academia visando à disputa do 93º. Oscar® encerram-se em 1º. de dezembro próximo. A cerimônia acontecerá extraordinariamente em 25 de abril de 2021.


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