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Anunciados os títulos das mostras competitivas do 10o Olhar de Cinema

Publicado em 29/09/21 às 15h52

Novas narrativas com temáticas que retratam a realidade política e social do mundo. É isso que guia a Mostra Competitiva do Olhar de Cinema - Festival Internacional de Curitiba, que começa no próximo dia 6 de outubro. 
 
Nesta edição, a produção nacional marca presença. Dos nove longas-metragens selecionados, três são brasileiros: O Sonho do Inútil, de José Marques de Carvalho Jr., um filme que se perde e se encontra nas imagens, as ressignifica no tempo, em novas realidades e momentos; Rio Doce, de Fellipe Fernandes, sobre mudanças íntimas que ultrapassam o individual, e Rolê - Histórias de Rolezinhos, de Vladimir Seixas, que lembram os rolezinhos e as ocupações dos shoppings tendo três jovens como personagens.
 
Completam a seleção de longas Conferência, de Ivan Tverdovskiy, que resgata a invasão do Teatro Dubrovka, na Rússia, durante uma peça em 2002 por um grupo armado e que terminou com uma ação do exército e mais de uma centena de mortos; Um Céu Tão Nublado, de Álvaro F. Pulpeiro, sobre as ideias de Venezuela que se criaram pelo mundo sem se conhecer a complexidade do lugar; Zinder, de Aïcha Macky, que aborda a violência à margem e a dificuldade de mudar, mas do constante desejo de transformar a realidade; O Protetor do Irmão, de Ferit Karahan, sobre como até mesmo em um lugar de rigidez, hierarquia e violência é possível haver doçura, cuidado e amor; Estilhaços, de Natalia Garayalde, um filme sobre imagens que ficam, ainda que feitas sem querer, e contam histórias fundamentais para a História, e Sonhos de Damasco, de Émilie Serri, que procura reconstituir a história de um país em seus escombros, que encontra a vida nos detalhes e nas memórias.
 
Brasil nos curtas
 
A produção brasileira também está forte na seleção de curtas-metragens desta 10ª edição. Serão quatro filmes dentre os 10 selecionados: A Máquina Infernal, de Francis Vogner dos Reis; Chão de Fábrica, de Nina Kopko; Tereza Joséfa de Jesus, de Samuel Costa, e Uma Paciência Selvagem Me Trouxe Até Aqui, de Érica Sarmet.
 
Histórias do mundo também estão na seleção. Da Bélgica, a dupla Maxime Jean-Baptiste e Audrey Jean-Baptiste traz Ouça a Batida das Nossas Imagens, e Matthias De Groof, Sob a Máscara Branca: O Filme Que Haesaerts Poderia Ter Feito. Da França vem Vikken, de Dounia Sichov, e a coprodução com Senegal, dirigida por Moly Kane, Tecidos Brancos.
 
Completam a seleção o curta-metragem russo-polonês Saúde!, dirigido por Tatiana Chistova; e Meu Tio Tudor, uma coprodução da Bélgica, Hungria, Moldávia e Portugal, dirigida por Olga Lucovnicova.
 
SERVIÇO
10º Olhar de Cinema - Festival Internacional de Curitiba
De 6 a 14 de outubro de 2021
No site do Olhar de Cinema

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