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CCBB-SP apresenta mostra inédita sobre o compositor John Williams

Publicado em 19/10/21 às 13h59

 
Começa nesta quarta (20-10), no Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo, a mostra Sonora: John Williams que apresenta parte da obra do compositor e condutor americano, cuja carreira começou como orquestrador. O festival acontece até 15/11, e depois viaja para o Rio (03 a 29 de novembro) e Brasília (01 a 27 de fevereiro). Os ingressos são gratuitos, e deve ser retirados no próprio CCBB uma hora antes de cada sessão.
 
A seleção traz desde obras raras, como Como Roubar Um Milhão de Dólares, de William Wyler (1966) até outras mais pop, como Tubarão, de Steven Spielberg (1975) e Esqueceram de Mim, de Chris Columbus (1990), passando por clássicos contemporâneos, como Guerra nas Estrelas: O Império Contra-Ataca, de Irvin Kershner (1980), e JFK – A Pergunta Que Não Quer Calar, de Oliver Stone (1991).
 
Prestes a completar 90 anos, em fevereiro próximo, John Williams é o artista vivo com o maior número de indicações ao Oscar. Ao todo, são 52, sendo a mais recente em 2020, por Star Wars: A Ascensão Skywalker – a 6a vez que concorreu por um filme da franquia. A primeira indicação de Williams veio 1968, com O Vale das Bonecas, e desde então, ele ganhou cinco vezes por Um Violinista no Telhado (em 1972), Tubarão (em 1976), Guerra nas Estrelas (em 1978), E.T. – O Extraterrestre (em 1983) e A Lista de Schindler (em 1994).
 
Parceiro recorrente de Spielberg, o maestro é responsável por algumas das trilhas mais marcantes da filmografia do diretor, entre elas Os Caçadores da Arca Perdida e E.T. – O Extraterrestre (1982). Além disso, Williams trabalhou com alguns dos principais nomes de Hollywood, como Alfred Hitchcock (Trama Macabra, 1976) Robert Altman (O perigoso adeus, de 1973), Arthur Penn (Duelos de Gigantes, de 1976), Clint Eastwood (Escalado para morrer, 1975) e Brian de Palma (A Fúria, de 1978).
 
Se por um lado a seleção da mostra traz o Williams monumental de trilhas grandiosas de sagas épicas-pop, como também Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban (2004) e Jurassic Park (1993), por outro, há também as composições para filmes mais intimistas e centrados em histórias de pessoas comuns, como em As cinzas de Angela, de Alan Parker (1999); Stanley e Iris, de Martin Ritt (1990); e O turista acidental, de Lawrence Kasdam (1988).
 
Além das sessões presenciais, a mostra Sonora: John Williams também contará com outras atrações on line, de Superman: O Filme (23/10, às 16h) e Esqueceram de mim (07/11, às 16h45).  No dia 04/11 haverá um debate, no Facebook do CCBB, e no Youtube do Banco do Brasil, com a participação de Mateus Alvez e da Geórgia Cynara, mediado pelo curador da mostra, Rafael Bezerra.
 
Haverá também um curso sobre trilha no cinema e a obra de John Williams, e acontece nos dias 10 e 11 de novembro, conduzido por Tomaz Alves Souza, compositor de trilha de filmes como Era uma vez eu Verônica, e Bacurau (este em parceria com Matheus Alves). Este será na plataforma Zoom, com inscrição no site Eventin. E tanto o curso quando o debate contam com tradução de libras. No dia 11/11, às 14h, haverá uma sessão presencial e inclusiva de E.T. – O Extraterreste, exibido em cópia dublada, com libras, audiodescrição e closed capiton.
 
Para mais informações, e a programação completa, acesse https://ccbb.com.br/sao-paulo/programacao/sonora-john-williams/


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