A alegria é a prova dos nove
Helena Ignez dirige e protagoniza esse filme, ao lado de Ney Matogrosso, interpretando uma sexóloga que relembra uma viagem ao Marrocos nos anos de 1970 que mudou sua vida.
Helena Ignez dirige e protagoniza esse filme, ao lado de Ney Matogrosso, interpretando uma sexóloga que relembra uma viagem ao Marrocos nos anos de 1970 que mudou sua vida.
O filme de Helena Ignez tem como protagonista um homem sem rumo na vida, vivendo de bicos (André Guerreiro Lopes), que sonha com a bela moça do calendário (Djin Sganzerla) e também encontra uma moça idêntica a ela capaz de questioná-lo e discutir política.
Terceiro longa da atriz Helena Ignez celebra a liberdade de um grupo de pessoas que se dedica a seguir suas próprias experiências, como o Barão (Ney Matogrosso), que funda uma comunidade numa fazenda, e um cineasta-criança que realiza o filme "A exibicionista" (com Simone Spoladore).
Criativa sequência do clássico "O Bandido da Luz Vermelha" (1968), a partir de um roteiro do próprio Rogério Sganzerla. O velho bandido agora é interpretado por Ney Matogrosso, que encontra seu filho, o marginal "Tudo ou Nada". Disponível na Embaúba Play.
Neste segundo longa dirigido e protagonizado por Djin Sganzerla, ela interpreta Cléo, uma astrônoma casada com um advogado (Sérgio Guizé) e grávida do primeiro filho. Sua vida toma outros rumos depois que ela conhece uma meia-irmã desconhecida (Lian Gaia) e alimenta terríveis suspeitas sobre uma vida secreta de seu próprio marido. Nos cinemas.
Premiado no Festival de Tiradentes, o filme de Gabriela Luíza e Tiago Mata Machado faz um diagnóstico do presente brasileiro a partir de um grupo exilado num casarão em São Paulo. Nos cinemas.
Helena Ignez dirige e protagoniza esse filme, ao lado de Ney Matogrosso, interpretando uma sexóloga que relembra uma viagem ao Marrocos nos anos de 1970 que mudou sua vida.
Vencedor de três prêmios em Gramado - melhor atriz, direção e desenho de som - o filme de Cristiano Burlan acompanha a saga de uma mãe trabalhadora, Maria (Marcélia Cartaxo), que busca desesperadamente o filho adolescente (Dunstin Farias), desaparecido depois de um encontro com a polícia.
Novo filme de Cristiano Burlan, apresentado no Festival de Brasília 2017, une os veteranos Helena Ignez e Jean-Claude Bernardet na pele de um casal, que está junto há muitos anos. Apesar de não sofrer de nenhuma doença, ele pede a ela que o ajude num pacto de suicídio, porque não quer ficar à mercê, no futuro, de terapias que estiquem sua vida.
Zé do Caixão fecha a sua trilogia quarenta anos depois do segundo filme neste terror sangrento e radical.
Premiado no Festival de Brasília/2003, chega às telas no Rio e em SP o último filme do cineasta Rogério Sganzerla, que retoma o trabalho inacabado que Orson Welles fez no Brasil nos anos 40 para falar de censura e liberdade artística.