Ele é Bryan Mills, um ex-agente da CIA que se vê numa grande enrascada depois que sua filha de 17 anos, Kim (Maggie Grace, da série Lost), é seqüestrada. Atualmente, ele ganha a vida como segurança e a garota vive com a mãe e o padrasto. Ela quer passar férias na Europa, acompanhando a turnê do U2, mas como sabe que o pai não consentirá, mente e diz que irá apenas para Paris.
Ao desembarcar na capital francesa, Kim e uma amiga acabam seqüestradas por uma quadrilha. Mas, antes de ser levada, a menina consegue telefonar para o pai e lhe passa pistas valiosas.
Com a experiência adquirida na CIA, o serviço de espionagem americano, Bryan parte para a França em busca da filha. Lá, com a ajuda de antigos colegas do serviço de espionagem, descobre que a moça foi capturada por albaneses que lucram com o tráfico de mulheres para prostituição. Ele terá apenas 96 horas para recuperar Kim.
Dirigido pelo francês Pierre Morel (ex-diretor de fotografia que trabalhou em filmes como Cão de Briga e Carga Explosiva), Busca Implacável tem roteiro e produção de Luc Besson (O Profissional, Angel-A), que já dominou o espírito americano e consegue fazer filmes franceses com a cara de Hollywood. Aqui não é diferente.
Busca Implacável se vale de todos os artifícios do gênero, com muita perseguição e uma visita ao submundo de Paris. O que há de mais diferente é a presença de Neeson, que não parece confortável nesse tipo de papel.
