Três moscas ainda na infância, Nat, Q.I. e Scooter, levam uma vida sem graça num lixão. Incentivados por vovô McFly, decidem que está na hora de injetar aventura nas suas vidinhas e se infiltram no foguete que levará os primeiros humanos à Lua.
É o final dos anos de 1960 e os Estados Unidos estão prestes a dar um grande passo na corrida espacial colocando um grupo de humanos na Lua. O trio de moscas se esconde no foguete e embarca na viagem. Poderia ser divertido se o filme ficasse apenas nisso, nas desveturas dos insetos em órbita – mas uma subtrama envolvendo russos e espionagem atrapalha Os Mosconautas no Mundo da Lua.
Os soviéticos, como não poderia deixar de ser, são maus até a medula – exceto por uma espiã veterana que foi namorada do vovô McFly no passado, e que irá ajudá-los agora. Porém, um comandante soviético está disposto a sabotar a expedição americana – porque está morrendo de inveja, pois seu país não foi capaz de mandar ninguém à Lua.
No espaço, o trio enfrenta alguns problemas, como serem perseguidos pelos próprios astronautas munidos de inseticida. Mas o mais importante é exaltar o grande feito dos Estados Unidos – e não vai ser um trio de moscas que vai atrapalhar isso.
A animação em 3D permite que o público tome alguns sustos – mas é pouco para garantir a diversão da sessão. O roteiro não é tão divertido e, fora uma piada ou outra, não causa nenhum efeito.
