O dublê de músico de rock e diretor de cinema Rob Zombie continua a saga de Michael Myers iniciada por John Carpenter e lhe devolve a vida em H2: Halloween II. Para os fãs do filme original pode ter sido uma heresia querer refilmar o "clássico". Para quem aprecia bons filmes de terror, é mais uma bobagem descartável, com personagens rasos, roteiro inexistente e apenas gritos e efeitos sonoros. Como o maníaco utiliza uma peixeira para estripar suas vítimas, o grande destaque é o barulho da lâmina cortando corpos, decepando cabeças e destrinchando ossos. Talvez concorra ao Oscar de efeitos sonoros no ano que vem.
Agora, Michael volta a aparecer na cidadezinha onde a história começou. Ele procura sua irmã, Laurie (a inexpressiva Scout Taylor-Compton), que vive na casa do xerife, mas que não sabe do parentesco. À noite ela tem pesadelos e lembra do maníaco, que diz ter matado a tiros no passado. Os sonhos se tornam cada vez mais frequentes e ela os relata para uma terapeuta, que tenta ajudá-la sem muito sucesso.
Nesse meio tempo, Dr. Loomis (Malcom McDowell), responsável por tirar Michael do manicômio em que havia sido internado, lança um livro e volta à cidade para fazer seu marketing pessoal e ganhar dinheiro em cima do caso.
Michael finalmente encontra a irmã e passa a persegui-la. Ele vê o fantasma da mãe que o incumbe da missão de reunir a família. Até o final, Michael vai matando quem encontra pelo caminho. A última cena dá as pistas para a continuação da saga, mas agora com menos personagens.
