21/07/2026
Aventura Ação

Projeto Dinossauro

Equipe de cientistas vai ao Congo desvendar a existência de seres pré-históricos, como dinossauros, que sobreviveram no coração da África. Mas a expedição vai sofrer uma série de revezes.

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Até quando produtores, roteiristas, diretores e distribuidores vão levar a sério o Efeito Bruxa de Blair? Até quando eles vão pensar que o público realmente acredita que ‘o filme que você vai ver agora são gravações encontradas...’ e todo o blá, blá, blá que costuma seguir os letreiros explicativos do começo desse produções desse sub-gênero? O mais recente exemplar atende pelo nome de Projeto Dinossauro, e, é bom deixar claro logo de cara, é um dos mais fracos da espécie. Com uma desculpa pífia para existir, o filme se contenta em ser o sub em várias categorias: sub-Parque dos Dinossauros, protagonizado por um sub-Indiana Jones que tem um filho que é a cara de um sub-Justin Bieber.
 
O filme é a colagem das imagens feitas por uma equipe que foi ao Congo desvendar a existência de seres pré-históricos, como dinossauros e a fins, que vivem escondidos no coração da África. O chefe é o paleontologista Marchant (Richard Dillane), que vai acompanhado de seu filho, Luke (Matt Kane), seu patrocinador (Peter Brooke), entre outras pessoas. Antes mesmo de aterrissarem no campo de pesquisa, o helicóptero é atingido por seres voadores e (surpresa, surpresa!) o primeiro a morrer é o piloto africano.
 
Sem ter como pedir socorro, a equipe vaga pela floresta e encontra animais, e os filmam. Alguns são até amigáveis – como um filhote que trava uma relação com Luke. Mas, uma coisa é certa para todas as criaturas: são muito mal feitas. Esses dinossauros mais parecem antigos decalques com as que as crianças brincavam nos anos de 1980 inserindo os desenhos em fotografias de paisagens.
 
Se os personagens não fazem questão de esconder o quão caricatos são, nossa vingança é que, provavelmente, morrerão um a um, sejam devorados ou de inanição ou em algum despenhadeiro. O que na verdade, é um destino bem ameno para tamanha chatice.
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