O diretor, também novato, Gary Shore se apropria dos efeitos digitais competentes, em uma acertada atmosfera sombria, mas perde a mão no desenvolvimento da história. Assim, os problemas de roteiro e a irregularidade do resto do elenco fazem com que o trabalho do ator Luke Evans sobressaia, fazendo parecer que é o único recruta a marchar no passo certo.
De fato, o filme empurra para a frente a pergunta que, aqui, deveria ter sido respondida: a origem do vampirismo. Enfim, uma história ainda muito mal contada.
