19/07/2026
Suspense

O Amuleto

Um grupo de jovens se dirige a uma festa na Floresta da Cabana. Dois deles são encontrados mortos, um desaparece, e a única pessoa que pode ajudar a elucidar o mistério é Diana, que estava com eles. Quando celulares são encontrados, novos elementos aparecem para ajudar na resolução do caso.

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Pouco depois do começo de O Amuleto, Diana (Bruna Linzmeyer) diz a sua mãe, Elisabete (Maria Fernanda Cândido, dona de um sotaque, estranho, aliás), que irá a uma festa, e a mulher lhe pergunta se não é na Floresta da Cabana, à qual a moça prontamente responde que não, mas a mulher continua, informando que lá perigoso ainda mais no aniversário de..., mas é cortada. A essa altura no filme, já sabemos que a tal festa é no referido lugar, e que não acabou bem.
 
Logo de cara, descobrimos que Diana e seus amigos sofreram atos de violência na floresta – enfim, os medos de Elisabete se confirmaram. Quem é essa mulher? Bem, no começo do longa, num prólogo, ela diz que antigamente ela e suas semelhantes eram perseguidas, e “floresta guarda na memória o passado, e de tempos em tempos revela quem somos”.  Enquanto isso as imagens mostram uma caça às bruxas, literal.
 
O saldo da aventura na floresta computa dois jovens mortos, um desaparecido, e apenas Diana como testemunha. Quando a investigação encontra celulares do grupo, novas pistas começam a delinear o que pode ter ocorrido.
 
Dirigido pelo premiado Jefferson De (Bróder) – a partir de um roteiro dele e de Cristiane Arenas – O Amuleto traz um subtema de misticismo e bruxaria, investigando de como eventos do passado ressoam no presente. Há também uma tentativa de combinar misticismo do passado com a tecnologia do presente – o que nem sempre é uma questão bem resolvida no filme.
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