Num país que se acredita vocacionado ao bom-humor e onde existem, inegavelmente, inúmeras pessoas engraçadas, o filme de Moura tropeça no que parece uma falta de amarração no conceito inicial, parecendo ter saído a campo sem plano de voo. Por isso mesmo, o resultado é irregular, embora às vezes se depare com bons personagens, caso do motorista amazonense Rogério, um colecionador de piadas, dos mineiros Araújo, Adão e Adolfo e também dos meninos de Bujaru (PA).
