Da dramaticidade da trilha sonora, criada pelo famoso compositor polonês
Apesar do sogro de Piotr achar a relação apressada, ele decide patrocinar a festa e, ainda, o futuro lar do casal. Mas quando conhece a casa, por um acidente, o noivo encontra um esqueleto humano enterrado no jardim. Esse é o começo dos tormentos que levará não só para o altar, mas à caótica confraternização local.
A fonte do conflito vem do folclore judaico, a partir do conceito de Dibuk, espírito que se ata aos vivos para cumprir desejos ou ambições não realizados em vida. O tema já havia sido abordada um uma produção recente norte-americana mediana, Possessão, mas aqui ganha mais projeção.
Como tudo se passa em menos de 24 horas, o roteiro não consegue investir em processos lentos de possessão ou na apresentação da complexidade dos múltiplos personagens que invadem a tela, trazidos pela festa de casamento. E a narrativa corre para colocar tudo no lugar nos enxutos 90 minutos de duração.
