Não deixa de ser curioso o fato de o filme Satânico, do diretor de séries televisivas americanas (Gotham, C.S.I, NY), Jeffrey Hunt, tenha chegado aos cinemas brasileiros. Com ficha técnica repleta de desconhecidos, exceto a atriz Sarah Hyland (da sitcom Familia Moderna), e uma trama fraca e previsível, não parece existir justificativa para não ter ido direto para o circuito sob demanda.
Nesta história, o casal Cloe (Hyland) e David (Steven Krueger) dá carona aos desajustados Seth (Justin Chon) e Elise (Clara Mamet). Enquanto os dois primeiros querem ir ao celebrado festival de música Coachella, os outros preferem passar seus dias visitando locais cultuados por satanistas na cidade de Los Angeles (EUA).
O quarteto embarca nesse city tour obscuro e ainda se hospeda em um quarto de hotel, palco de mortes sangrentas de adoradores do diabo. Como o próprio filme anuncia, ao citar o escritor e filósofo inglês Samuel Taylor Coleridge: “Fale do demônio e os chifres aparecem”.
Tudo é diversão, e até se debocha de satanistas, até salvarem Alice (Sophie Dalah), aparentemente prestes a ser esfaqueada em um culto. Em agradecimento, ela realiza um ritual para que eles possam falar com os mortos, mas acaba abrindo um portal para o inferno que, segundo ela, não é um local, mas uma “bela confusão”. Não demora muito para que essa confusão cerque o quarteto.
No roteiro escrito por Anthony Jaswinski (de Águas Rasas) não há qualquer ponto em que o espectador possa encontrar algum frescor, apenas um amontoado de repetições que fãs do gênero, com alguma memória, podem prever. E Hunt também não tem sucesso, pois apesar da fonte fraca, não parece conseguir (ou não teve interesse) de trazer qualquer compensação estilística ou conceitual.
Tudo é jogado, sem tensão, amarrado pelos gritos histéricos dos quatro azarados que estão ali para sofrer por suas escolhas e pela própria estupidez, como em grande parte dos filmes de terror voltados a adolescentes. Lamentavelmente, não se gastou muito esforço para atingir um mínimo de criatividade para dar mais agilidade e consistência à produção.
Nesta história, o casal Cloe (Hyland) e David (Steven Krueger) dá carona aos desajustados Seth (Justin Chon) e Elise (Clara Mamet). Enquanto os dois primeiros querem ir ao celebrado festival de música Coachella, os outros preferem passar seus dias visitando locais cultuados por satanistas na cidade de Los Angeles (EUA).
O quarteto embarca nesse city tour obscuro e ainda se hospeda em um quarto de hotel, palco de mortes sangrentas de adoradores do diabo. Como o próprio filme anuncia, ao citar o escritor e filósofo inglês Samuel Taylor Coleridge: “Fale do demônio e os chifres aparecem”.
Tudo é diversão, e até se debocha de satanistas, até salvarem Alice (Sophie Dalah), aparentemente prestes a ser esfaqueada em um culto. Em agradecimento, ela realiza um ritual para que eles possam falar com os mortos, mas acaba abrindo um portal para o inferno que, segundo ela, não é um local, mas uma “bela confusão”. Não demora muito para que essa confusão cerque o quarteto.
No roteiro escrito por Anthony Jaswinski (de Águas Rasas) não há qualquer ponto em que o espectador possa encontrar algum frescor, apenas um amontoado de repetições que fãs do gênero, com alguma memória, podem prever. E Hunt também não tem sucesso, pois apesar da fonte fraca, não parece conseguir (ou não teve interesse) de trazer qualquer compensação estilística ou conceitual.
Tudo é jogado, sem tensão, amarrado pelos gritos histéricos dos quatro azarados que estão ali para sofrer por suas escolhas e pela própria estupidez, como em grande parte dos filmes de terror voltados a adolescentes. Lamentavelmente, não se gastou muito esforço para atingir um mínimo de criatividade para dar mais agilidade e consistência à produção.
