A história desta produção é meio nebulosa. Um grupo de militares chega a uma região inóspita em busca de riquezas escondidas por nazistas. O problema é que o lugar fica sob uma igreja centenária que parece guardar outro segredo. O resultado é muito simples: após a destruição do edifício, eles caem numa armadilha mortal. Corta.
Depois de cinqüenta anos, outro grupo – agora, de jovens aventureiros mergulhadores - é enviado ao local para verificar a profundidade de uma gruta existente por lá. O problema é que nem os melhores e mais avançados equipamentos de análise geográfica serão confiáveis o bastante para evitar que eles entrem na tal caverna – na verdade, uma gruta – para desvendar seus mistérios. De novo, a idéia de armadilha mortal surge em cena.
Qualquer outro detalhe a mais da trama poderia comprometer o efeito-surpresa que o filme oferece ao espectador. Isto é, qual é o real perigo que os protagonistas correm. Embora a resposta para esse enigma não seja lá tão desafiadora, não deixa de ser criativo (sendo este adjetivo mero eufemismo) o argumento central para a ação dos vilões.
No saldo final, não há nada de empolgante neste filme, que parece ter sido feito em estúdios improvisados, dada a má qualidade da cenografia. Os atores também não estão lá para provar nada. Nem mesmo para dizer que não faltaram aos ensaios. Esses dois motivos são suficientemente fortes para suspeitar desta produção, que, para piorar, provavelmente terá uma seqüência.
