13/06/2026
Suspense

Quando um Estranho Chama

Jovem colegial trabalha como babá no seu tempo vago para uma família rica. Ela começa a receber estranhas ligações ameaçando as crianças. Quando ela chama a polícia descobrem que as chamadas estão sendo originadas de dentro da própria casa.

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Um dos motivos mais explícitos que fará o espectador suspeitar da qualidade de Quando um Estranho Chama não é pelo fato de se tratar de uma produção genérica e pouco original. O curioso é pensar que o diretor Simon West (Con Air e Tomb Raider) gastou tempo e recursos para refilmar o filme homônimo de 79, sempre creditado como medíocre e sem sucesso.

Com cenas risíveis, causando constrangimentos para o elenco, e com o suspense variando entre zero e algo por volta de cinco (em uma escala de 0 a 100), a produção não se sustenta. Aliás, não consegue sustentar nada: diálogos, interpretação, fotografia, figurino, desfecho...

A história não possui qualquer diferencial, muito parecida a Pânico e similares. Tudo começa quando um misterioso assassino em série esquarteja uma família – sem usar qualquer arma - após enigmáticos telefonemas (as cenas não são mostradas, sequer a tal família). Mais tarde, em outra cidade, uma colegial começa a receber estranhas ligações enquanto cuida de duas crianças.

Espectadores mais sensíveis podem ficar aflitos com a primeira metade do filme, já que não acontece nada. E nada aqui não é apenas um eufemismo. Na segunda metade, o desfecho se dá de forma tão rápida e sem sentido, que não dá para se empolgar com as cenas de perseguições. Muitos personagens apresentados no começo não voltam a aparecer, nem que seja para morrer (típico de filmes deste gênero).

Uma crítica não deveria dizer para o leitor que o filme é uma perda de tempo e não vale o ingresso nem a pipoca. Por isso, a crítica acaba aqui.

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