Como todo filme do gênero e cujo público-alvo é formado por jovens, A Morte Pede Carona traz dois heróis juvenis. Grace Andrews (Sophia) e Jim Halsey (Knighton) estão numa viagem de carro e têm de lidar com um psicopata sanguinário, chamado John Ryder (Bean), a quem quase atropelam na estrada numa noite de chuva.
Grace fica com medo do que possa ter acontecido com o homem e pede para Jim não sair do carro. Mais tarde, reencontram Ryder pedindo carona e o deixam entrar no carro, sem saber do perigo que correm.
Se num primeiro encontro o casal mantém um contato tenso com Ryder, mas consegue se defender, com o tempo o homem misterioso revela-se um verdadeiro psicopata e vai envolvê-los numa rede de crimes, perseguindo-os incansavelmente e testando seus limites. Não demora para que a própria polícia confunda o casal como responsável pelos verdadeiros assassinatos.
Porém, um tenente mais esperto, vivido por Neal McDonough (A Conquista da Honra), vê que nem tudo faz sentido e decide investigar o caso melhor, acreditando na inocência dos jovens.
Diferente da versão original na qual o psicopata era interpretado pelo holandês Rutger Hauer, aqui o inglês Bean faz um personagem mais humanizado e com dúvidas existenciais – ao contrário da máquina de matar do filme de 1986.
O remake de A Morte Pede Carona é o quarto longa produzido pela Platinum Dunes, empresa de Bay, Andrew Form e Brad Fuller. As três primeiras produções (O Massacre da Serra Elétrica, Horror em Amityville e O Massacre da Serra Elétrica: O Início) também são baseadas em filmes cult de sucesso.
A empresa parece estar se especializando nesse filão, pois prepara para os próximos anos uma seqüência da série Sexta-feira 13 e o remake do clássico do suspense Os Pássaros. Não por acaso, uma das personagens de A Morte Pede Carona assiste a esse filme de Alfred Hitchcock na televisão, dando uma pista do que vem por aí.
