A primeira piada é quando chega trocado o caixão do morto, exasperando seu filho mais velho, Daniel (Matthew Macfadyen, de Orgulho e Preconceito). Trata-se do certinho da família, um escritor frustrado, que mora com os pais, mesmo casado, o que irrita há anos sua mulher, Jane (Keeley Hawes). A morte do sogro é, para ela, a expectativa de libertação – isto se o maridão decidir mesmo deixar para trás a mamãe viúva (Jane Asher).
Chega dos EUA o irmão caçula, Robert (Rupert Graves), acendendo a velha rivalidade familiar. Robert é, afinal, tudo o que Daniel queria ser – um escritor famoso e bem-sucedido, morando independente e feliz bem longe da família.
Os parentes que começam a chegar para o velório trazem seus problemas na bagagem. A prima Martha (Daisy Donovan) vem com o noivo Simon (Alan Tudyk) para anunciar ao pai dela (Peter Egan) que eles vão mesmo se casar. Mas, por um motivo misterioso, Simon começa a mostrar um comportamento muito bizarro, que vai tornando-se cada vez mais incontrolável. Só o irmão de Martha (Kris Marshall) sabe por quê... Fora isso, Martha tem de lidar com um velho caso, o insistente Justin (Ewen Bremner, de Trainspotting), que resolve dar em cima dela novamente.
O velho tio Alfie (Peter Vaughn), em cadeira de rodas e mal-humorado como o capeta, dá um trabalhão a quem passa por sua frente, como o hipocondríaco Howard (Andy Nyman). Muito mais constrangedoras são as situações criadas por um estranho, Peter (Peter Dinklage, o vilão de Vira-lata) – que tem revelações cabeludas a fazer sobre o falecido. Este funeral promete.
