Jogo de Amor em Las Vegas pega emprestado um conceito tão velho quanto as comédias românticas: a união de um par que não devia estar junto mas é forçado a isso. Portanto, brigam o tempo todo mas, no fundo se amam.
Ashton é Jack, um sujeito festeiro que acaba de perder o emprego. Cameron é Joy, uma corretora da bolsa de valores, que acaba de levar um fora. Os dois se conhecem em Las Vegas, onde foram afogar as respectivas mágoas.
Por conta de muito álcool correndo em suas veias, eles se casam numa dessas capelas que parecem só existir nessa cidade – para mais tarde, como se espera, se arrependerem.
Porém, quando planejam a anulação, Jack fatura três milhões de dólares num caça-níqueis com uma moeda que era de Joy. O juiz se recusa a anular a união, dizendo que eles devem tentar de tudo durante seis meses para o casamento dar certo. Isso inclui morar na mesma casa e até freqüentar sessões de terapia. Se eles não cumprirem essas determinações, o juiz manterá o prêmio de três milhões bloqueado e, para obtê-lo, o casal deverá entrar numa batalha judicial.
Para Jack e Joy, continuar casados não é o problema. O difícil é aturar um ao outro – e as pessoas que os cercam, como a amiga dela Tipper (Lake Bell) ou o pai dele (Treat Williams). O resultado é uma disputa que lembra a comédia A Guerra dos Rose, na qual um membro de um casal fazia de tudo para se livrar do outro.
