A animação dinamarquesa é destinada ao público infantil – por isso, o roteiro é simples, os personagens, engraçadinhos, e a duração, curta. Hugo é um animal estranho e raro – ele parece ser o único de sua espécie e mora numa ilha na Dinamarca, com sua amiga raposa, chamada Rita, e um sujeito que cuida deles. Ele sonha, porém, em conhecer uma floresta tropical, onde os animais vivam em harmonia e se divirtam muito.
A beleza exótica do animalzinho chama a atenção de um grupo perigoso: o Dr. Sturmdrang é especialista em psicologia animal; o professor Strix quer capturar Hugo e vendê-lo para um colecionador; e Donna Prima pretende usar o bichinho como garoto-propaganda de sua nova marca de perfumes.
Enfim, o roteiro não traz nada de novo que nenhum outro desenho já não tenha abordado. São animaizinhos indefesos lutando contra a excentricidade e a ganância dos humanos. Com músicas pegajosas de tempos em tempos, Hugo – O Tesouro da Amazônia pode agradar às crianças pequenas que se encantam com a fofura dos personagens – e só.
