Uma das situações mais assustadoras nos filmes de terror é a impessoalidade. Pessoas comuns, sem nada de extraordinário, são as vítimas de um sem número de maldições, assombrações e, claro, visitas pouco cordiais de extraterrestres. Os Escolhidos está no meio disso, em forma e formato.
Lacy Barrett (Keri Russell, a eterna Felicity) é uma mãe preocupada. Seu marido Daniel (Josh Hamilton, de J. Edgar) está desempregado e seus filhos Jesse (Dakota Goyo) e Sam (Kadan Rockett) estão sofrendo por situações pouco normais em casa. Pássaros morrem ali, aparecem marcas geométricas nos corpos das crianças e muitas aterrorizantes visões surgem nos corredores.
Mas do que se trata a história? Como filme de terror, dentre os gêneros que lembra, Os Escolhidos engana. Os produtores fizeram Atividade Paranormal - então há sustos - e a direção e o roteiro são de Scott Stewart (de O Padre), trazendo toda a competência de efeitos especiais. Conclusão: o filme, tenso, atravessa os subgêneros.
Bem conduzido como suspense, a princípio lembra histórias do enigmático ˜slender man˜, aquela figura alongada que mata por prazer, ou mesmo as inquietações de Poltergeist. Mas se enrola com o desfecho questionável, invencionice que funciona no papel, mas é difícil de ser filmado.
A família Barret tem um problema nas mãos, que poderia ser visto em sites e blogs de assombração. São pessoas comuns às voltas com um fenômeno que não entendem e sem apoio de qualquer outra pessoa. Uma situação ideal para qualquer filme de terror.
Mas do que se trata a história? Como filme de terror, dentre os gêneros que lembra, Os Escolhidos engana. Os produtores fizeram Atividade Paranormal - então há sustos - e a direção e o roteiro são de Scott Stewart (de O Padre), trazendo toda a competência de efeitos especiais. Conclusão: o filme, tenso, atravessa os subgêneros.
Bem conduzido como suspense, a princípio lembra histórias do enigmático ˜slender man˜, aquela figura alongada que mata por prazer, ou mesmo as inquietações de Poltergeist. Mas se enrola com o desfecho questionável, invencionice que funciona no papel, mas é difícil de ser filmado.
A família Barret tem um problema nas mãos, que poderia ser visto em sites e blogs de assombração. São pessoas comuns às voltas com um fenômeno que não entendem e sem apoio de qualquer outra pessoa. Uma situação ideal para qualquer filme de terror.
Scott Stewart prefere encerrar seu filme com algo menos funcional, que não pode ser dito aqui para não estragar a surpresa. Mesmo assim, assusta. E o que pode ser melhor em um filme de terror do que tensão?
