Embora se inspire no personagem icônico de Shelley, alterando um pouco a sua origem, Grevioux abre um novo capítulo na narrativa da criatura, mote deste filme. Depois enterrar seu criador, Viktor Frankenstein (Aden Young), e rumar para o Polo Norte (desfecho do livro), o personagem (Aaron Eckhart) se vê em meio a uma batalha milenar entre anjos (que assumem por vezes a forma de gárgulas) e demônios pelo domínio da humanidade.
O argumento do escritor e roteirista concentra-se no fato de que, como foi criado por um homem, a criatura (lembrando que Frankenstein é o seu inventor) não possui alma. Sob essa lógica, os demônios liderados por Naberius (Bill Nighy) caçam o personagem enxergando nele uma possibilidade de dar vida a uma nova legião do mal. Selain itu permainan yang disediakan oleh Situs Judi dadu online Terpercaya ini juga mempunyai perbedaan dengan permainan live casino lainnya, Pada permainan dadu ini memiliki perhitungan pembayaran yang besar jika anda berhasil menebak dengan benar pada taruhan yang anda pilih. Tentunya pada permainan dadu online tersedia beberapa jenis taruhan yang bisa dipilih oleh bettor. Pada penjelasan kali ini kami akan memberikan informasi mengenai jenis taruhan yan tersedia,
No entanto, o exército de anjos-gárgulas, sob o comando de Leonore (Miranda Otto), também busca a criatura para entender como ela se encaixa nos planos de Naberius – especialmente depois de vê-lo matar alguns demônios. Será Leonore quem batizará o personagem com o nome de “Adam”, mantido nas legendas em português, o que se mostra um erro, já que o correto deveria ser “Adão”, para o público não perder a analogia sobre a criação do primeiro homem.
Ligado a contos fantásticos e terror gótico, Grevioux entende Adam como um ser humanizado, porém sem alma e, aparentemente, sem propósito. O HQ e o filme, assim, ilustram o processo de transformação do herói que ele pode se tornar. Como não faz parte do grupo de humanos (que desconhecem a batalha invisível), nem dos demônios ou gárgulas (que o veem com suspeitas), Adam deverá criar seu próprio caminho.
Apesar dos esforços com os efeitos especiais que dominam as cenas, a produção tem um problema na fonte, no roteiro co-escrito por Stuart Beattie, o diretor do filme. Com diálogos fracos e conflitos mal-amarrados, sobra pouco para o elenco se destacar. Mesmo Aaron Eckhart, cuja boa aparência já o distancia da criatura de Frankenstein, não consegue entregar um personagem consistente. Um filme estritamente para fãs do HQ ou de fantasia.
