24/07/2026
Comédia

Super Velozes, Mega Furiosos

O policial disfarçado Lucas White passa a integrar a gangue de street racers liderados por Vin Serento. Os criminosos, porém, se deparam com um vilão ainda mais perverso, Juan Carlos de la Sol, e planejam enganá-lo para roubar sua fortuna escondida em um restaurante mexicano.

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Os roteiristas e diretores Jason Friedberg e Aaron Seltzer têm se dedicado nos últimos anos a produzir paródias sobre sucessos do cinema americano. Deu a Louca em Hollywood (2007) ridicularizou As Crônicas de Nárnia e Piratas do Caribe, Espartalhões (2008) zombou de 300, Os Vampiros que se Mordam (2010) riu da saga Crepúsculo e sobrou até para Jogos Mortais, com o deboche Jogos Famintos (2013).

Desta vez, eles satirizam Velozes e Furiosos (que chegou ao sétimo filme este ano) com o mesmo nonsense e humor escatológico que dominou suas produções anteriores. Não há qualquer comedimento na hora de atacar as bases do sucesso da franquia: testosterona, mulheres e carros.

Seguindo a trama do original, a produção mostra Lucas White (Alex Ashbaugh), policial disfarçado que precisa se infiltrar na quadrilha de street racers liderada por Vin Serento (Dale Pavinski). A ideia é desmantelar a gangue, mas o vilão Juan Carlos de la Sol (Omar Chaparro), que os engana, parece ser uma tarefa melhor para Lucas, que passa a ser um integrante real dos bandidos.

Os diretores, aliás, começaram como co-roteiristas de Todo Mundo em Pânico. Mas não conseguiram trazer para suas produções as mesmas qualidades (mesmo que mínimas) dos irmãos Wayans (Shawn e Marlon), que fizeram de suas bobagens um sucesso. Aqui, é tudo muito rasteiro e, de forma direta, Jason Friedberg e Aaron Seltzer acabam contribuindo para um certo esgotamento das paródias.
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