Os roteiristas e diretores Jason Friedberg e Aaron Seltzer têm se dedicado nos últimos anos a produzir paródias sobre sucessos do cinema americano. Deu a Louca em Hollywood (2007) ridicularizou As Crônicas de Nárnia e Piratas do Caribe, Espartalhões (2008) zombou de 300, Os Vampiros que se Mordam (2010) riu da saga Crepúsculo e sobrou até para Jogos Mortais, com o deboche Jogos Famintos (2013).
Desta vez, eles satirizam Velozes e Furiosos (que chegou ao sétimo filme este ano) com o mesmo nonsense e humor escatológico que dominou suas produções anteriores. Não há qualquer comedimento na hora de atacar as bases do sucesso da franquia: testosterona, mulheres e carros.
Seguindo a trama do original, a produção mostra Lucas White (Alex Ashbaugh), policial disfarçado que precisa se infiltrar na quadrilha de street racers liderada por Vin Serento (Dale Pavinski). A ideia é desmantelar a gangue, mas o vilão Juan Carlos de la Sol (Omar Chaparro), que os engana, parece ser uma tarefa melhor para Lucas, que passa a ser um integrante real dos bandidos.
Os diretores, aliás, começaram como co-roteiristas de Todo Mundo em Pânico. Mas não conseguiram trazer para suas produções as mesmas qualidades (mesmo que mínimas) dos irmãos Wayans (Shawn e Marlon), que fizeram de suas bobagens um sucesso. Aqui, é tudo muito rasteiro e, de forma direta, Jason Friedberg e Aaron Seltzer acabam contribuindo para um certo esgotamento das paródias.
Desta vez, eles satirizam Velozes e Furiosos (que chegou ao sétimo filme este ano) com o mesmo nonsense e humor escatológico que dominou suas produções anteriores. Não há qualquer comedimento na hora de atacar as bases do sucesso da franquia: testosterona, mulheres e carros.
Seguindo a trama do original, a produção mostra Lucas White (Alex Ashbaugh), policial disfarçado que precisa se infiltrar na quadrilha de street racers liderada por Vin Serento (Dale Pavinski). A ideia é desmantelar a gangue, mas o vilão Juan Carlos de la Sol (Omar Chaparro), que os engana, parece ser uma tarefa melhor para Lucas, que passa a ser um integrante real dos bandidos.
Os diretores, aliás, começaram como co-roteiristas de Todo Mundo em Pânico. Mas não conseguiram trazer para suas produções as mesmas qualidades (mesmo que mínimas) dos irmãos Wayans (Shawn e Marlon), que fizeram de suas bobagens um sucesso. Aqui, é tudo muito rasteiro e, de forma direta, Jason Friedberg e Aaron Seltzer acabam contribuindo para um certo esgotamento das paródias.
