Há certo reconforto em ver um filme depois de 10 anos. O que é, basicamente, o que Zumbilândia: Atire duas vezes tem a oferecer. Abigail Breslin (Little Rock), Emma Stone (Wichita), Woody Harrelson (Tallahassee) e Jesse Eisenberg (Columbus) voltam aos seus papéis na divertida sátira a filmes de zumbi, cheia de referências sobre a cultura pop americana.
Um sucesso mediano de 2009, mas que colocou o diretor Ruben Fleischer e os roteiristas Rhett Reese e Paul Wernick em uma posição de certo prestígio. O primeiro, mais tarde, fez Venom (2018) e a dupla escreveu, junto com Ryan Reynolds, Deadpool 1 e 2. Ação e comédia, aqui, são elementares.
Por isso, a união entre elenco, roteiristas, diretor e um pouco de nostalgia dão as caras nesta sequência. Rever esses personagens, ainda mais o Columbus (Einsenberg) como narrador, é um escapismo na fantasia à base de paródia ao zumbis consagrados pelo diretor George A. Romero e suas produções sobre mortos-vivos.
Nesta sequência, Columbus ainda fala sobre o cotidiano dos personagens que estão vivendo, e muito bem, na Casa Branca -- símbolo do poder americano. Porém, Little Rock quer viver sua vida e viaja com um um rapaz, Berkeley (Avan Jogia), para cidade sem proteção. Sabendo disso, sua família (Wichita, Tallahasse e Columbus) deve resgatá-la.
Neste momento, é preciso lembrar que a produção debocha da vida vegetariana, vegana e pacifista, como contraponto aos zumbis. Pelo menos é o que se explora na apresentação do coletivo para o qual Little Rock acaba sendo aceita com Berkeley. O que é fácil de brincar em um mundo em que você precisa "atirar duas vezes" para matar realmente seu inimigo.
Zumbilândia 2, por isso, é uma comédia nostálgica. Repleta de humor referencial e participações especiais, como Bill Murray, que ja estava no primeiro filme e é homenageado aqui.
Um sucesso mediano de 2009, mas que colocou o diretor Ruben Fleischer e os roteiristas Rhett Reese e Paul Wernick em uma posição de certo prestígio. O primeiro, mais tarde, fez Venom (2018) e a dupla escreveu, junto com Ryan Reynolds, Deadpool 1 e 2. Ação e comédia, aqui, são elementares.
Por isso, a união entre elenco, roteiristas, diretor e um pouco de nostalgia dão as caras nesta sequência. Rever esses personagens, ainda mais o Columbus (Einsenberg) como narrador, é um escapismo na fantasia à base de paródia ao zumbis consagrados pelo diretor George A. Romero e suas produções sobre mortos-vivos.
Nesta sequência, Columbus ainda fala sobre o cotidiano dos personagens que estão vivendo, e muito bem, na Casa Branca -- símbolo do poder americano. Porém, Little Rock quer viver sua vida e viaja com um um rapaz, Berkeley (Avan Jogia), para cidade sem proteção. Sabendo disso, sua família (Wichita, Tallahasse e Columbus) deve resgatá-la.
Neste momento, é preciso lembrar que a produção debocha da vida vegetariana, vegana e pacifista, como contraponto aos zumbis. Pelo menos é o que se explora na apresentação do coletivo para o qual Little Rock acaba sendo aceita com Berkeley. O que é fácil de brincar em um mundo em que você precisa "atirar duas vezes" para matar realmente seu inimigo.
Zumbilândia 2, por isso, é uma comédia nostálgica. Repleta de humor referencial e participações especiais, como Bill Murray, que ja estava no primeiro filme e é homenageado aqui.
