Wajda se orgulha de ter encontrado em Paris o diretor americano Elia Kazan que o parabenizou por este filme - "aquele, que se passa em uma noite", disse Kazan - e lhe perguntara quem escrevera um argumento tão bom. "Tive imenso prazer", afirma Wajda, "em saber pelo grande cineasta que fizera uma boa transcrição para o cinema de uma peça de teatro e que ele apreciara o texto de Stanislaw Wyspianski, um dos mais importantes escritos na Polônia, fundamental para o teatro e a literatura do país no século XX".
No final do século XIX, a Polônia se encontra dividida em três países diferentes. O filme inicia-se com o cortejo nupcial deixando a igreja. Passando por varias aldeias finalmente chega a casa onde viverá o casal. Inicia-se então a festa de casamento. O noivo é um homem culto e a noiva uma camponesa. Os convidados também se dividem: os intelectuais e os camponeses. Durante a festa, Raquel, uma jovem judia, induz o recém-casado a planejar uma maneira de armar os camponeses e prepará-los para a revolução. Enquanto isso, os convidados se divertem, bebem e começam contar os seus sonhos, desejos e aspirações dos quais o mais forte é ver o país alcançar a independência.
