O nome de Stephen King em créditos de filme, para o bem ou para o mal, tornou-se uma espécie de marca, um atalho para dizer ao público que é um filme de terror. Boogeyman: Seu Medo é Real é um desses casos. O filme parte de um conto homônimo do escritor, que, em poucas páginas, cria uma atmosfera de horror apenas no diálogo entre um psicanalista e um novo paciente que diz ser responsável pela morte de seus três filhos pequeno pois foi incapaz de os proteger do bicho-papão.
O filme de Rob Savage mantém essa cena, mas está longe de ser central no seu filme. Inclusive o perfil dos personagens muda bastante. O psicanalista, no original, se revela um vilão, enquanto aqui, é um espécie de herói de bom caráter. Ele se chama Will Harper, e é interpretado por Chris Messina. Viúvo recente, ele cuida das filhas que ainda não superaram o trauma de perder a mãe há pouco tempo.
A adolescente Sadie (Sophie Thatcher) se tornou uma rebelde, tem dificuldade de falar sobre seus sentimentos, e sofre bullying ao voltar para escola usando um vestido da mãe. Já a caçula Sawyer (Vivien Lyra Blair) tem medo do escuro e dorme com as luzes acesas.
Quando o Dr. Will recebe um novo paciente em seu escritório, que fica na sua casa, o local torna-se amaldiçoado pelo bicho-papão, que o sujeito fala que matou seus filhos. Piora ainda mais a situação quando ele morre no sótão da casa do médico – e isso é dado como suicídio, embora Sadie tenha certeza de que ouviu vozes antes de ele morrer.
Começa, então, a jornada da adolescente contra a criatura que quer matar ela e a irmã. Os caminhos do roteiro de Scott Beck, Bryan Woods e Mark Heyman são aqueles sempre improváveis e inexplicáveis de filmes de terror. Tudo chega a uma explicação plausível, mas tola, que algum personagem deduziu do nada. Daí é só fazer isso para acabar com o monstro, não importa sua natureza.
Segue-se aquela sucessão de sustos e as inevitáveis cenas que, descobre-se depois, eram apenas um sonho. Esse tipo de estratégia deve ser usada com parcimônia, e apenas uma vez por filme, mas Savage abusa disso mais do que tem direito. O elenco é competente, especialmente Thatcher, mas, em alguns momentos, não tem muito o que fazer senão olhar com cara de assustada ou intrigada. Merecia mais.
O filme de Rob Savage mantém essa cena, mas está longe de ser central no seu filme. Inclusive o perfil dos personagens muda bastante. O psicanalista, no original, se revela um vilão, enquanto aqui, é um espécie de herói de bom caráter. Ele se chama Will Harper, e é interpretado por Chris Messina. Viúvo recente, ele cuida das filhas que ainda não superaram o trauma de perder a mãe há pouco tempo.
A adolescente Sadie (Sophie Thatcher) se tornou uma rebelde, tem dificuldade de falar sobre seus sentimentos, e sofre bullying ao voltar para escola usando um vestido da mãe. Já a caçula Sawyer (Vivien Lyra Blair) tem medo do escuro e dorme com as luzes acesas.
Quando o Dr. Will recebe um novo paciente em seu escritório, que fica na sua casa, o local torna-se amaldiçoado pelo bicho-papão, que o sujeito fala que matou seus filhos. Piora ainda mais a situação quando ele morre no sótão da casa do médico – e isso é dado como suicídio, embora Sadie tenha certeza de que ouviu vozes antes de ele morrer.
Começa, então, a jornada da adolescente contra a criatura que quer matar ela e a irmã. Os caminhos do roteiro de Scott Beck, Bryan Woods e Mark Heyman são aqueles sempre improváveis e inexplicáveis de filmes de terror. Tudo chega a uma explicação plausível, mas tola, que algum personagem deduziu do nada. Daí é só fazer isso para acabar com o monstro, não importa sua natureza.
Segue-se aquela sucessão de sustos e as inevitáveis cenas que, descobre-se depois, eram apenas um sonho. Esse tipo de estratégia deve ser usada com parcimônia, e apenas uma vez por filme, mas Savage abusa disso mais do que tem direito. O elenco é competente, especialmente Thatcher, mas, em alguns momentos, não tem muito o que fazer senão olhar com cara de assustada ou intrigada. Merecia mais.
