18/07/2026
Comédia

Os farofeiros 2

Além de receber uma promoção, Alexandre ganha uma viagem para a Bahia. Mas, ao saber que seus amigos e colegas de trabalho estão descontentes com ele, resolver levar todos junto para voltar a ser querido.

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Existe alguma diferença entre o primeiro filme Os Farofeiros e sua sequência? Fora o cenário da Bahia, curiosamente, o que separa os longas lançados, respectivamente, em 2018 e 2024 é a pandemia. Na trama, com os personagens saindo da pandemia, um deles continua obcecado em usar máscara e álcool gel. É como se o filme risse de quem, durante os momentos mais duros dos últimos anos, se preocupou e cuidou. O sujeito é o tempo todo ridicularizado por sua preocupação. 

Fora isso, a história é, basicamente, um grupo de personagens estereotipados que viaja junto em férias, enfrentando diversas dificuldades e desferindo piadas ruins aqui e ali. O roteiro de Paulo Cursino e a direção de Roberto Santucci são como um copia e cola do original, que já não era lá grande coisa. 

Alexandre (Antônio Fragoso) foi promovido, mas não é muito querido por seus colegas de trabalho. Assim, para agradá-los, convida a todos para a viagem que ganhou da empresa. Sua mulher, Renata (Danielle Winits), não gosta da ideia, mas terá de aguentar Lima (Maurício Manfrini) e sua mulher Jussara (Cacau Protássio), Rocha (Charles Paraventi) e sua ex-Vanete (Elisa Pinheiro), Diguinho (Nildo Bicudo) e sua jovem mulher, Ellen (Aline Riscado), além de algumas crianças. 

Chegando à pousada na Bahia, nada sai como esperado. O lugar está decadente desde a pandemia e a piscina, suja (como no primeiro filme). Isso é a desculpa para momentos espalhafatosos e gritados, porque tem comédia brasileira que acha que diálogo gritado é humor. As tais confusões continuam as mesmas, assim como as lições e mensagens que o filme quer passar ao final. 

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