Nelson Xavier, o Chico Xavier relutante
Mesmo relutante, o ator Nelson Xavier vai interpretar o médium Chico Xavier novamente. Desta vez será em As mães de Chico, longa que começa a ser rodado no próximo mês. O ator me disse numa entrevista que não queria aceitar o papel, pois tinha medo de ficar rotulado. “Mas como é apenas uma participação, não é o papel principal, e é outra fase da vida do Chico [que não é mostrada em Chico Xavier], quando ele estava mais velho, resolvi aceitar”. O filme acompanha três mães que recebem mensagens de seus filhos mortos.
A partir do próximo dia 2, quando o médium completaria 100 anos, Nelson poderá ser visto em cinemas de todo Brasil na sua primeira incursão como Chico Xavier, no filme homônimo de Daniel Filho, que teve sua pré-estreia na última terça, na cidade de Paulínia, onde estão os estúdios onde parte do filme foi rodada.
A entrevista na íntegra com mais detalhes sobre o trabalho de Nelson, e como interpretar Chico mudou a vida dele, você lê em breve.



Meio século se passou e A Aventura ainda continua um enigma tão fascinante quanto perpétuo. Os tempos mudaram, as indagações existenciais e existencialistas também são outras – mas há algo que jamais será superado: o grande cinema de Antonioni. Há coisas que não necessitam de tradução ou explicações, como o trabalho do diretor nesse longa. Sua composição nos planos, a tensão das imagens (numa das melhores cenas, uma Claudia assustada é devorada por olhares assustadores de um bando de homens), a bela fotografia em preto e branco de Aldo Scavarda, enfim, é tudo aquilo que se espera do cinema – não apenas contar uma história, mas transformar essa história num arrebatamento visual.

escola –as únicas pessoas, ao lado, da Srta Rain que parecem ter algum sentimento positivo pela garota. São histórias tão difíceis quanto a da própria protagonista-narradora. Numa espécie de apêndice ao final do livro, aparecem os relatos dessas personagens. Contadas juntas, essas histórias mais parecem uma das sessões de grupos de ajuda dos quais Precious participou, enfraquecendo, assim, o relato central ao fazer uma verdadeira galeria de possíveis horrores.
No ano passado, saiu nos Estados Unidos o romance Let the great world spin [algo como ‘Que o grande mundo gire’], que tem como ponto de partida para as diversas tramas o dia 24 de agosto de 1974, quando o francês Philippe Petit andou sobre um fio esticado entre as Torres Gêmeas do World Trade Center, em Nova York, que na época não estava nem pronto. A saga do rapaz já foi tema do premiado documentário
Muita gente saúda Let the great world spin como o Fogueira das Vaidades do século XXI. Mas, ao invés do cinismo do livro de Tom Wolfe, um clássico sobre a Nova York da década de 1980, esse romance traz um conforto, um sinal de esperança. O olhar estrangeiro do escritor também permite observar a cidade sem qualquer laço nostálgico ou sentimentalóide.
“Se você realmente quer saber, a primeira coisa que você quer saber é onde eu nasci.”, Assim começa a saga de Holden Caulfield, o depressivo protagonista de “O Apanhador em Campo de Centeio”. Agora, não será possível saber mais sobre o rapaz – ao menos pela fonte oficial. Morreu hoje o seu criador, o norte-americano J. D. Salinger (Jerome David Salinger), aos 91 anos de idade - completados no último dia 1o. Segundo comunicado oficial divulgado pela Associated Press, ele morreu de causas naturais.
