Dira Paes e o Rei
A gente já ama Dira Paes não só porque é linda, inteligente, carismática e uma tremenda atriz. Mas ao vê-la contando de sua experiência de cantar com o Rei no especial de Natal de 2009 é impossível não amá-la ainda mais.
Dira é naturalmente engraçada, e quando conta desse episódio – como ontem durante uma entrevista sobre o filme À beira do caminho – fica ainda mais divertida. “Eu não estava em mim. Acho que era outra pessoa. Eu entrei no palco jogando beijos pra plateia! Imagina, tipo uma Miss. De onde tirei isso?”, gargalha.
Ela também disse que passou a entender o que é ser um superstar. “Imagina, você está no palco e tem 8 mil pessoas gritando na sua direção. Aquilo é uma coisa, uma energia... Agora eu entendo porque quem deixa de ser uma estrela fica doente, sente falta disso. É algo muito forte”.
O convite para participar do especial veio na época em que ela fazia Norminha, na novela “Caminho das Índias”, e o Rei era fã da personagem. Dira conta que ele é um gentleman – e até o imita.
No filme, que estreia no dia 10, música de Roberto Carlos dá o tom à trama, que gira em torno de um caminhoneiro e um menino a quem ele dá carona. Dira faz uma ex-namorada do protagonista, vivido por João Miguel.


A moda agora é fazer trilogia de quatro – vide Crepúsculo e Jogos Vorazes, cujos últimos capítulos serão divididos em dois. Harry Potter foi uma heptalogia de oito. Diz a lenda que esse será o *último* Batman. Por isso, entende-se o último, derradeiro, depois dele acabou-se o que era doce.
Na primeira cena de
Que Meryl Streep é grande, superlativa, não há dúvidas. Ela é uma das maiores atrizes da atualidade. E não precisa provar nada a ninguém – e isso pouco tem a ver também com as quase duas dezenas de indicações ao Oscar e as duas estatuetas, rumando à terceira. Sua capacidade de se transfigurar em outra pessoa chega a ser atormentadora. Como essa mulher consegue? Agora ela É Margarteth Thatcher. Para o bem e para o mal, Meryl faz a Dama de Ferro no cinema.