06/06/2026

“Volínia”, um filme polonês que resgata um episódio traumático da história do país

Jorge Furtado e a “comédia triste” de “Rasga Coração”

Ricardo Elias e uma história de "uma classe média comum"

"Mare Nostrum", novo filme do diretor Ricardo Elias, parte de um incidente que aconteceu com sua família. “Meu pai tinha um terreno e, quando tentamos vender o imóvel, ele ainda estava no nome do antigo dono”, disse em entrevista ao Cineweb. A disputa pela posse de um terreno na Praia Grande, no litoral paulista, serve como o pano de fundo para “contar uma historia sobre a classe média comum, suas pequenas dificuldades e anseios.”

Lucrecia Martel e sua investigação do passado para transformar o presente

Em entrevista ao Cineweb, a cineasta argetina Lucrecia Martel fala de seu novo filme Zama, e de como a investigação da narrativa histórica é a força do seu cinema.

“Pela Janela” e o cinema que se aproxima do real

Os atores Magali Biff e Cacá Amaral e a diretora Caroline Leone falam da realização do premiado drama "Pela Janela", que acompanha a jornada de transformação de uma mulher de mais de 60 anos (Magali) ao ser confrontada pela perda do emprego e de suas referências.

Thierry Frémaux a e reinvenção de Lumière

Diretor do Festival de Cannes e do Instituto Lumière, em Lyon, Thierry Frémaux veio ao Brasil para lançar seu primeiro documentário, “Lumière! – A aventura começa”, em que reúne 108 curtas do pioneiro do cinema, Louis Lumière, revendo conceitos equivocados sobre sua maestria e criação. Para ele, Lumière inventou o cinema três vezes: “a arte, a técnica e o público”.

Laurent Cantet e o cinema de apelo social em “A Trama”

Em 2008, com Entre os muros da escola, o francês fez história no Festival de Cannes, ao conquistar a Palma de Ouro para o seu país, que não ganhava o prêmio desde 1987, com Sob o Sol de Satã, de Maurice Piallat. Com seu novo A Trama, exibido na Mostra e com estreia prevista para o próximo dia 16 de novembro, o cineasta retoma o mesmo terreno social de seu trabalho mais famoso.

Marcelo Gomes discute em “Joaquim” questões da identidade brasileira

Deixando de lado os aspectos ligados ao mito de Tiradentes, o diretor pernambucano Marcelo Gomes, de "Cinema, Aspirinas e Urubus", fala da liberdade com que se permitiu imaginar quem foi o homem Joaquim José da Silva Xavier, no contexto histórico de um século 18 em que o país, em formação, era assolado por algumas das mazelas que até hoje se mantêm.

Atores de “Joaquim” destacam conexões do filme com a atualidade

Ao desenvolver sua interpretação de Joaquim José da Silva Xavier no filme de Marcelo Gomes, o ator Julio Machado encontrou conexões espirituais que não imaginava com o homem, depois herói, que viveu as mazelas do Brasil do século 18. Intérprete da rebelde escrava Preta, a atriz portuguesa Isabél Zuaa comenta o empoderamento de sua personagem e como ela mesma viveu situações inesperadas de racismo ao vir estudar no Brasil, em 2010.

Camila Pitanga estreia como diretora redescobrindo a trajetória do pai