Para começar, o herói se chama Benjamim Franklin - um dos pais da nação americana. Este daqui é Benjamim Franklin Gates (Nicolas Cage), cujo sobrenome homenageia um outro herói moderno, empresário ultrabem-sucedido no mundo da informática. Ben Gates pertence a uma família de historiadores, tida por excêntrica por defender a tese de que um enorme tesouro foi trazido das Cruzadas pelos Templários e escondido pelos maçons, entre os quais se incluiriam alguns dos Pais Fundadores dos EUA.
Ninguém leva isto nem um pouco a sério mas Ben Gates segue uma dica do avô (Christopher Plummer) e acaba no Círculo Polar Ártico, atrás de decifrar o significado de uma misteriosa palavra: "Charlotte". Uma pista leva a outra e ele descobre que o mapa do tesouro foi desenhado com tinta invisível no verso da Declaração da Independência americana.
O histórico documento está, é claro, guardado a sete chaves. O trabalho de Gates é convencer a zelosa funcionária do Arquivo Nacional, Abigail (Diane Kruger) de toda essa história rocambolesca - mas ela não está muito a fim. Nada que a presença de um vilão (Sean Bean) não resolva sem problemas.
O aspecto mais lamentável, porém, é a distribuidora Buena Vista ter decidido esconder o filme, não o apresentando nas habituais sessões prévias para os jornalistas especializados.
