O novo filme de Didi chega aos cinemas uma semana depois de Xuxa Gêmeas, e tenta o mesmo feito de se filme anterior, Didi – O Caçador de Tesouros, que fez mais do que o dobro da bilheteria do longa da apresentadora.
Aqui, Didi é um escudeiro do Rei da Landnóvia. (Werner Schünemann). Os dois se conhecem desde a infância, por isso o monarca confia muito em seu criado, aceitando conselhos e sugestões dadas por ele. Isso desperta o ciúme do irmão do nobre, Jafar (Alexandre Zachia), que sonha em tomar o trono um dia. Mas o poder deve ir para a filha do Rei, a princesa Lili (Lívian Aragão), que também é muito amiga de Didi.
No entanto, Jafar não quer estranhos atrapalhando os seus planos e arma uma emboscada para se livrar de Didi. Quem acaba sendo a vítima é o próprio Rei Lindolfo. Nem a ajuda de um misterioso cavaleiro é capaz de salvar a vida do governante.
Como Lili deverá ser a sucessora, o irmão malvado faz de tudo para subir ao trono com ela. Para isso, orienta seu filho a seduzi-la e depois se casar com a princesa. Mas o coração dela pertence a um plebeu.
Depois de mandada para o exterior para completar sua educação, Lili (agora interpretada por Camila Rodrigues) volta a Landnóvia e reencontra o seu grande amor, que agora é Chefe da Guarda Real (Guilherme Berenguer). Jafar, no entanto, não deixará a paixão se concretizar, pois tem outros planos para a garota. Caberá a Didi salvar não só Lili, mas também todo o reino.
Dirigido por Marcus Figueiredo e com roteiro baseado numa história original do próprio Renato Aragão, “O Cavaleiro Didi e a Princesa Lili” investe na aventura, comédia e romance – os ingredientes que sempre deram o tom aos filmes do comediante.
