21/07/2026
Infantil Comédia Animação

Minions 2: A Origem de Gru

O ano é 1976. Gru é um adolescente sem amigos - exceto seus minions - e disposto a tornar-se um grande vilão. Quando surge a oportunidade para entrar para uma renomada gangue, sua vida se transforma, mas não exatamente como ele esperava.

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Os fãs (especialmente os mirins), certamente, irão à loucura com esse novo exemplar da franquia Meu Malvado Favorito – o quinto do conjunto, caso alguém tenha perdido as contas. Realmente, não é fácil seguir os números, pois, no fundo, tudo parece uma coisa só.
 
Como indica o título, Minions 2: A Origem de Gru é sobre como o malvado favorito se tornou malvado. Gru (dublado por Steve Carell, na versão original; e Leandro Hassum, na nacional) é uma criança, nos idos de 1976, já mostrando predisposições para a malevolência. Admirador de um bandido idoso, Willy Kobra (Alan Arkin/Gesteira), o garoto inicia sua carreira.
 
O pretexto para as maldades aqui são uma amuleto chinês que dá poderes infinitos a quem o possuir, e que Kobra consegue roubar com sua gangue, formada por Donna Disco (Taraji P. Henson/Sarito Rodrigues), Jean Garra (Jean-Claude Van Damme/Bruno Rocha), Svengança (Dolph Lundgren/Garcia Jr.), Punho de Aço (Danny Trejo/Marco Dondi) e Irmã Chaco (Lucy Lawless/Telma da Costa). Porém, depois de conseguir o objeto, eles se livram do líder para dominar o mundo.
 
Gru acaba sendo convidado para participar da quadrilha, por isso, abandona seus minions. Estes não se conformam e vão atrás daquele a quem chamam de minimestre. Não há exatamente uma trama a partir disso, o que há é mesmo o colorido vibrante e as falas inteligíveis dos pequenos seres amarelos.
 
Humilhado na entrevista, Gru acaba roubando o medalhão e tornando-se procurado pelo bando, sendo depois sequestrado por Kobra, com quem, mais tarde, formará uma dupla de ladrões, fingindo-se avô e neto. Eis o nascimento de um pequeno meliante.
 
Dirigido por Kyle Balda (com codireção de Brad Ableson e Jonathan del Val), Minions 2: A Origem de Gru recicla tudo o que já houve nos outros filmes da série sem se afastar da fórmula que consagrou os personagens. O maior diferencial aqui é como o filme se joga na estética disco dos anos de 1970, com referências nos nomes dos personagens, na trilha sonora e na estética levemente lisérgica.
 
Nada disso, no entanto, esconde os sinais de cansaço da franquia. Gru é mais interessante, como personagem, do que os próprios minions, que adquiriram status de heróis desde que ganharam uma franquia própria – embora a existência desta ainda não tenha se justificado.
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