Ao centro de As neves do Kilimanjaro, novo filme do francês de ascendência armênia Robert Guédiguian, há uma pergunta bastante relevante para nossa época: vale a pena ser bom nos dias de hoje? Os otimistas de coração, é claro, vão dizer sim, sem pensar duas vezes. Mas não é a eles que o filme se destina. É àqueles que vivem conscientes de nosso mundo, sem utopias, ou mesmo muito espaço para altruísmo.
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