O diretor inglês Roger Christian, que já recebeu um Oscar por direção de Arte (Guerra nas Estrelas, em 1977), desde 2000 é visto com reserva pela crítica mundial depois do vexatório A Reconquista, considerado um dos piores filmes de ficção científica de todos os tempos. Exagero ou não, depois disso o cineasta não conseguiu se reerguer, sendo responsável por um par de produções mal avaliadas e sem bilheteria significativa.
Agora, o britânico volta aos cinemas com Infectados, estrelado pelo ator Christian Slater. Trata-se de uma ficção científica de baixo orçamento sobre uma base de mineração na lua, alvejada por uma chuva de meteoros. Em meio ao pânico da tripulação, sob ordens do Coronel Brauchman (Slater), descobre-se que os meteoritos que romperam a fuselagem da estação espacial possuem um material tóxico em seu interior.
Apesar da quarentena imposta, uma das mineradoras, Ava (Amy Matysio), entra em contato com o tal material e dá início a uma inusitada gravidez acelerada. Em poucas horas dá à luz a uma criatura humanoide que, por sua vez, tentará matar toda a tripulação.
Agora, o britânico volta aos cinemas com Infectados, estrelado pelo ator Christian Slater. Trata-se de uma ficção científica de baixo orçamento sobre uma base de mineração na lua, alvejada por uma chuva de meteoros. Em meio ao pânico da tripulação, sob ordens do Coronel Brauchman (Slater), descobre-se que os meteoritos que romperam a fuselagem da estação espacial possuem um material tóxico em seu interior.
Apesar da quarentena imposta, uma das mineradoras, Ava (Amy Matysio), entra em contato com o tal material e dá início a uma inusitada gravidez acelerada. Em poucas horas dá à luz a uma criatura humanoide que, por sua vez, tentará matar toda a tripulação.
Com claras referências à franquia Alien, Infectados sofre pela falta de recursos (ou pela inabilidade de criar um bom filme com baixo orçamento). Embora Roger Christian tente investir em um suspense psicológico, a falta de empatia do elenco com o que está fazendo é claramente um problema. Slater parece fazer seu papel a contragosto, apesar de não existir indícios de que tenha feito isso obrigado por contrato (como ocorreu com a atriz Natalie Portman em Thor 2).
Em filmes como este, cuja cenografia parece de brinquedo e a base lunar teve que ser improvisada com uma maquete - com quase nenhum efeito especial-, é de se esperar que seu elenco se supere. Mas, quando o roteiro é repleto de clichês e sem espaço para uma aporte mais dramático, talvez seja mesmo difícil se alegrar com um personagem. Roger Christian parece não ter sorte mesmo -sendo sorte apenas um eufemismo.
Em filmes como este, cuja cenografia parece de brinquedo e a base lunar teve que ser improvisada com uma maquete - com quase nenhum efeito especial-, é de se esperar que seu elenco se supere. Mas, quando o roteiro é repleto de clichês e sem espaço para uma aporte mais dramático, talvez seja mesmo difícil se alegrar com um personagem. Roger Christian parece não ter sorte mesmo -sendo sorte apenas um eufemismo.
