Serra poderia ser mais incisivo nessa tentativa de reflexão sobre os males do colonialismo e a apropriação das culturas locais, como as danças, em nome da exploração turística - que acontece em torno de um clube, dirigido por Morton (Sergi López). Mas, como sempre, não é aí que Serra quer chegar. E este se torna mais um filme que parece à procura de um roteiro melhor.
