Dan Da Dan: Evil Eye é feito para um público bastante especifico, e única e exclusivamente para ele: aquele que acompanha a série na Netflix. Para os demais e as demais, resulta quase incompreensível e tem um agravante: a trama acaba no meio, funcionando assim como uma ponte entre as duas temporadas.
A sessão começa com os diretores, o japonês Fuga Yamashiro e o espanhol Abel Góngora, fazendo uma recapitulação da primeira temporada, que soa superficial e confusa para quem nunca assistiu ao anime. Depois começa o “filme” propriamente dito, que está mais para um episódio prolongado.
A trama começa onde a primeira temporada parou, e Momo e Okarun estão na casa Jiji, na vila rural de Byakuja, onde existem as famosas termas. Uma suposta maldição sobre a casa os leva a investigar o que está acontecendo, e o trio encontrará a Família Kito, além de quartos e esconderijos que desconheciam.
Nas profundezas da casa, há um enorme Verme da Morte Mongol, que lembra aqueles do filme Duna, mas com bocas concêntricas e dentes humanos gigantes. No confronto com a criatura, Jili acaba sendo tomado pelo Evil Eye, mas a jovem Momo tenta salvar a todos.
A trama para exatamente no meio da ação, deixando uma série de pontas soltas para a próxima temporada. A sessão termina com mais uma entrevista com a dupla de diretores, que fala sobre o que esperar dos próximos episódios da série. Enfim, Dan Da Dan: Evil Eye não deve trazer novos fãs para o anime, mas pode despertar a curiosidade dos aficionados e das aficionadas.
