18/07/2026
Ação Fantasia

Mortal Kombat 2

Para salvar o Plano Terreno, os lutadores da Terra, ao lado de Johnny Cage, lutam contra o tirânico Shao Kahn e seus guerreiros malignos.

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A jornada do jogo Mortal Kombat no cinema começou em 1995, ou seja, três anos depois do seu lançamento, sob a direção do então desconhecido Paul W. S. Anderson. Seguiram-se, então, animações e live actions que culminaram no reboot, de 2021, dirigido pelo estreante em longa Simon McQuoid, que também dirige o segundo longa dessa nova fase da franquia.

Calcado num universo sombrio de fantasia e artes marciais, o novo filme coloca lutadores do Plano Terreno combatendo outros da Exoterra, um lugar comandado pelo tirânico Shao Kahn (Martyn Ford), uma figura assustadora que chegou ao poder por meio da violência e de abusos. 

Na Terra, Johnny Cage (Karl Urban), outrora um astro famoso de filmes de artes marciais, vive uma decadência enorme - as pessoas nem se lembram mais dele. Procurado por Sonya Blade (Jessica McNamee) e Jax (Mehcad Brooks), ele tenta explicar que não sabe lutar, que tudo o que fazia era uma coreografia apenas. Mas não adianta, ele é convocado para lutar no Mortal Kombat, no qual, como já diz o nome, um dos lutadores morre, ou pode ser poupado pelo oponente vitorioso, mas isso nem é comum. 

O roteiro, assinado por Jeremy Slater, acompanha as diversas lutas entre representantes dos dois mundos e as transformações que as vitórias e derrotas acarretam a esses universos. Não é lá muito simples de acompanhar, se não se conhece bem o jogo. Tudo vai parecer um tanto vago e até gratuito, embalado num CGI ruim com mais coreografias (no caso, de lutas) do que muitos musicais. 

Os jogadores e jogadoras, porém, podem aproveitar personagens caros como Kitana (Adeline Rudolph) com seus leques de aço, Lorde Raiden (Tadanobu Asano) e o criador da série, Ed Boon, numa participação especial. Mas as figuras mais marcantes de Mortal Kombat 2 são os Tarkatan, mutantes da Exoterra com bocas enormes, que mostram os dentes gigantescos e afiados. Seu líder, Baraka (CJ Bloomfield), assustador a princípio, se revela como o melhor personagem do filme. 

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