Os demais competidores são: El Orfanato, de Juan Antonio Bayona (Espanha); Irina Palm, de Sam Garbaski (Bélgica/Luxemburgo/Inglaterra/Alemanha/França); Longe Dela, de Sarah Polley (Canadá); O Ano de Peixe, de David Kaplan (EUA); Postales de Leningrado, de Mariana Rondon (Venezuela); Truques, de Andrzej Jakimowski (Polônia) e XXY, de Lucia Puenzo (Argentina/Espanha).
Este ano, o júri conta com o cineasta japonês Hirokazu Kore-eda (diretor de Ninguém Pode Saber e Hana, história de samurais dentro da programação da Mostra), que anunciou que prepara um filme sobre a cidade de S. Paulo. A história, segundo ele, gira em torno de um conflito dentro da colônia japonesa no Brasil ao final da II Guerra Mundial – tema que foi abordado em livros como Corações Sujos, de Fernando Morais, e O Súdito, de Jorge Okubaro. A estimativa de Kore-eda é que o filme, a ser co-produzido pela Videofilmes dos irmãos Walter e João Moreira Salles, demore aproximadamente três anos para ser concluído, já que ainda se depende do levantamento de fundos.
Os demais jurados da Mostra são o tunisiano Férid Boughédir (diretor de Verão em La Goulette, também na programação), a portuguesa Inês de Medeiros (diretora do documentário Cartas a uma Ditadura), a brasileira Lúcia Murat (de Maré, Nossa História de Amor) e o senegalês Moussa Sene Absa (que trouxe seu filme Teranga Blues).
A programação normal da Mostra encerra-se nesta quinta (1-11), com a premiação, que será anunciada no Memorial da América Latina. Mas prossegue ainda uma semana, com repescagem de alguns filmes previamente exibidos, em três salas: Cine Bombril 1 e 2 e CineSesc. A programação da repescagem ainda não foi divulgada.
