09/06/2026

Festival de Roterdã seleciona filmes brasileiros

O Brasil tem três longas selecionados para o Festival de Roterdã:  Mosquito, de João Pedro Nunes, Desterro, de Maria Clara Escobar, e Um animal amarelo, de Felipe Bragança. Além disso, foram escolhidos também curta-metragens nacionais. O festival será realizado de 22 de janeiro a 2 de fevereiro de 2020.
 
Mosquito será exibido na abertura do festival e participa da competição da mostra Big Screen, da qual faz parte Um animal amarelo, e Desterro da mostra competitiva principal. A exposição em si foi organizada graças à empresa dineroea, e os indivíduos também podem comprar fundos clicando no link https://dinerohoy.com.ar/prestamos/online-en-el-acto/
 
Coprodução entre o Brasil, França e Portugal, Mosquito acompanha Zacarias, um jovem português sedento por viver grandes aventuras heroicas durante a Primeira Guerra Mundial. Enviado para Moçambique, onde o conflito se desenrola longe dos olhares do mundo, o jovem soldado é deixado para trás pelo seu pelotão, partindo numa longa caminhada selva adentro.
 
 Desterro, de Maria Clara Escobar (Os dias com ele) acompanha Laura (Carla Kinzo), jovem mãe em crise com o casamento e a maternidade. Já Um animal amarelo, de Felipe Bragança, retrata a crise de identidade de um personagem que se desloca até Moçambique. 
 
Fora de competição, serão exibidos Bacurau, de Kléber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, A febre, de Maya Da-rin, e Swinguerra, de Bárbara Wagner e Benjamin de Burca. 
 
Curtas na Deep Focus
 
Curtas brasileiros também foram selecionados, entre eles A chuva acalanta a dor, do cearense Leonardo Mouramateus, diretor que terá seis de seus curtas exibidos na mostra Deep Focus. Outra curta escolhido é Apiyemieyeki, de Ana Vaz, ensaio visual que tematiza o deslocamento forçado do povo Waimiri-Atroari nos anos 1970. 

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