A família de Jaeckie Zucker (Henry Hübchen), nascido Jakob Zuckermann, começou a ter problemas no início dos anos de 1960, quando a mãe o abandona com o filho mais velho e se muda para o lado oriental do Muro de Berlim. Sozinho, o rapaz abandona suas raízes judias, muda de nome e se torna um jornalista famoso.
Porém, os dias de glória são coisas do passado, já que ele afunda em álcool, jogo e dívidas. Uma luz parece surgir no fim do túnel quando sua mãe morre e deixa uma herança. Porém, velhas rixas do passado também emergem, já que uma cláusula do testamento o obriga a se relacionar com o irmão, judeu ortodoxo, para receber a parte que lhe cabe.
O irmão, chamado Samuel (Udo Samel), chega exatamente no dia em que Zucker participa de um torneio de bilhar – no qual é favorito. A família do irmão é um problema à parte. A mulher Golda (Golda Tencer) é obesa e pouco refinada; o filho Joshua (Sebastian Blomberg), um judeu ortodoxo e chato; e a caçula Lilly (Elena Uhlig), ninfomaníaca, que não desiste de seduzir o primo Thomas (Steffen Groth).
O diretor e roteirista Dani Levy aborda uma espécie de divisão da sociedade alemã – como entre o leste e o oeste – e tenta achar a graça que há nisso. Com o povo alemão funcionou – basta ver o sucesso nos cinemas locais. Porém, para o restante do mundo, pode parecer mais uma sitcom mal resolvida.
