O ex-lutador Dwayne "The Rock" Johnson (O Retorno da Múmia) é Joe Kingman, um jogador de futebol americano egoísta e workaholic, para quem as únicas coisas importantes acontecem dentro do campo.
Solteirão de carteirinha, é rico, famoso e vive em festas badaladas quando não está derrubando alguém do time adversário no campo. Esse cenário muda quando entra em sua vida uma filha de 7 anos que não conhecia, Peyton Kelly (Madison Pettis, que já fez uma participação na série Hannah Montana).
A garota é fruto de uma última tentativa de reconciliação entre Kingman e sua ex-mulher. Segundo a menina, a mãe viajou por quatro semanas e ele é a única pessoa que pode servir de babá para ela.
Tudo isso é mera desculpa para o filme dirigido por Andy Fickman (Ela é o Cara) abordar coisas que a Disney acha mais importantes, como vestir o cachorro de Kingman com saia de balé ou cobrir a casa com espuma de banho. Enfim, as supostas ‘coisas simples da vida’.
Como num passe de mágica, a criança transforma Kingman de uma pessoa egoísta, viciada em trabalho num pai adorável, numa pessoa mais altruísta, inclusive com seus colegas de time. Em outras palavras, num ser humano melhor.
The Rock não é ator, nem comediante e só serve mesmo como figura decorativa, provavelmente fazendo o que manda o diretor, que parece não ter muito bom senso. Já a pequena Madison também não tem muita sorte. Ela passa os intermináveis 110 minutos desta comédia fazendo caras graciosas com um jeitinho meigo, ou agindo como uma adulta em miniatura. Aquele mesmo tipo de criança que na vida real todo mundo finge
