“Sempre fui a favor do transfer digital, mas antes muita informação se perdia no caminho. Agora, esse novo processo representa um salto na qualidade”, alega o diretor de fotografia do longa, Lauro Escorel. Nessa tecnologia, as imagens filmadas em película são escaneadas, trabalhadas em computador e depois novamente transferidas para negativos.
Segundo Carlos Eduardo Rodrigues, da Globo Filmes, uma das parceiras na distribuição do longa, esse deve ser o novo padrão para o cinema nacional. “Filme com menos de 2K não tem qualidade, esse é o mínimo para finalização em digital”, avalia.
