Receberam menções honrosas dois outros documentários nacionais, Nas Terras do Bem-Virá, de Alexandre Rampazzo (SP) e Um Longo Amanhecer – Uma Cinebiografia de Celso Furtado, de José Mariani.
Entre os internacionais, o vencedor foi a co-produção alemã-espanhola Manhã no Mar, da diretora Ines Thomsen, que recebeu um prêmio de R$ 15.000,00. Duas menções honrosas foram atribuídas: à produção dinamarquesa O Mosteiro, de Pernille Rose Gronkjaer, e ao filme alemão Perdedores e Ganhadores, de Michael Loeken e Ulrike Franke.
O melhor curta brasileiro foi Capistrano no Quilo, de Firmino Holanda. O prêmio aquisição do Canal Brasil foi para o curta O Homem da Árvore, de Paula Mercedes (SP), que recebeu R$ 5.000,00.
O melhor curta internacional foi o dinamarquês Meus Olhos, de Erland E. Mo, ficando com menção honrosa a produção portuguesa Falta-me, de Adriana Varejão. Cada um dos curtas vencedores ficou com R$ 6.000,00 de prêmio.
O prêmio ABD – Associação Brasileira de Documentaristas -, seção SP, foi entregue ao curta Hibakusho – Herdeiros Atômicos do Brasil, de Maurício Kinoshita (SP).
Encerradas as etapas em São Paulo e Rio, a programação do festival prossegue em Brasília (3 a 15 de abril), Campinas (9 a 15 de abril) e Porto Alegre (23 a 29 de abril).
